Saiba os 10 passos essenciais para abrir um negócio em 2025

Sebrae orienta empreendedores com 10 passos essenciais para abrir um negócio em 2025 Nos primeiros dias de 2025, mais de 34 mil CNPJs de pequenos negócios – como microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) – foram registrados no Brasil. A expectativa é que esse número continue a crescer ao longo do ano. Segundo a pesquisa Monitor Global de Empreendedorismo 2023 (Global Entrepreneurship Monitor – GEM), o Brasil possui cerca de 90 milhões de potenciais empreendedores que podem abrir seu próprio negócio nos próximos anos. Para apoiar nessa jornada, o gerente de Gestão de Soluções do Sebrae, Eduardo Curado, preparou um guia com os 10 passos essenciais para quem deseja empreender. “Esse passo a passo oferece uma base sólida para transformar uma ideia em um negócio. Seguir essas etapas ajuda os empreendedores a se prepararem melhor para os desafios do mercado e aumentarem as chances de sucesso”, explica. 1) Pesquisa de mercado Antes de tudo, é fundamental entender a demanda pelo produto ou serviço, identificar concorrentes e conhecer o perfil dos clientes potenciais. “Uma pesquisa de mercado bem feita evita erros custosos e permite ajustar o conceito do negócio às necessidades reais do mercado”, ressalta Eduardo. Cursos recomendados: Análise de Negócio: pesquisa de Mercado Pesquisa de Mercado – Como Analisar o Mercado 2) Plano de negócios O plano de negócios é o roteiro que define visão, missão, objetivos, estratégias de marketing, análise financeira e projeções de receita. Além de guiar o empreendedor, ele é essencial para atrair investidores e buscar financiamentos. Curso recomendado: Como Elaborar um Plano de Negócio Ferramenta indicada: PNBOX (Sebrae) 3) Recursos financeiros Avaliar quanto capital será necessário e onde consegui-lo é crucial. Considerar opções como empréstimos, investidores-anjo ou capital de risco ajuda a garantir os recursos necessários para começar e sustentar o negócio. Curso recomendado: Como Gerenciar as Finanças da Sua Empresa 4) Formalização Registrar o negócio é indispensável para atuar dentro da lei. Isso inclui escolher a estrutura jurídica, registrar o nome da empresa, obter licenças e atender às obrigações fiscais. Curso recomendado: Por que devo entender o que é formalização? E como me preparar? 5) Estrutura organizacional Definir funções e responsabilidades dentro da empresa melhora a eficiência operacional, facilita a comunicação e assegura que todos saibam suas atribuições. 6) Plano de marketing Um plano de marketing eficaz abrange estratégias de publicidade, presença online, relacionamento com clientes e fortalecimento da marca. Ele é essencial para atrair clientes e aumentar a visibilidade. Curso recomendado: Ganhe mercado com o plano de marketing 7) Presença online Ter presença digital é indispensável. Um site profissional, redes sociais ativas e o uso de SEO ajudam a ampliar o alcance e atrair mais clientes. Curso recomendado: Marketing Digital para sua empresa: primeiros passos 8) Equipamentos e ferramentas Adquirir os equipamentos e ferramentas necessários é essencial para oferecer produtos ou serviços de qualidade. Isso inclui tecnologia, software, móveis e maquinário. 9) Contratação de funcionários Ter uma equipe qualificada e bem-treinada faz toda a diferença. Investir no desenvolvimento dos funcionários garante um atendimento de excelência e contribui para o crescimento do negócio. Curso recomendado: Líder Coach: liderando para a alta performance 10) Planejamento da inauguração Uma inauguração bem-organizada, com promoções e eventos, pode causar uma ótima impressão inicial e atrair os primeiros clientes. Esses passos, aliados ao suporte do Sebrae, ajudam a transformar sonhos de empreender em realidade.  

Prazo para regularização de dívidas no Simples Nacional acaba em 31 de janeiro de 2025

Empresas do Simples Nacional têm até 31 de janeiro de 2025 para regularizar dívidas junto à Receita Federal e garantir a permanência no regime. A medida busca evitar a exclusão de mais de 1,8 milhão de empresas notificadas, cujos débitos totalizam R$ 26,7 bilhões. A Receita alerta que, a partir de 1º de fevereiro de 2025, quem não regularizar será excluído do Simples Nacional, perdendo benefícios como tributação simplificada e reduzida. Para quitar pendências, é possível acessar o portal do Simples Nacional, o e-CAC ou o sistema Regularize da PGFN. Há condições especiais de parcelamento com descontos de até 100% em juros, multas e encargos, além de pagamento em até 133 parcelas. A primeira parcela deve ser paga até o prazo final. Filipe Bandeira, advogado e contador, destaca que é essencial consultar um contador para verificar débitos com o Fisco Estadual e Municipal, além de atender aos requisitos para adesão ou continuidade no regime. Empresas inadimplentes enfrentam exclusão, perda de benefícios fiscais, dificuldades em emitir notas fiscais, renovar contratos e se manter competitivas. O Sebrae reforça que a regularização também garante acesso a benefícios previdenciários, licitações públicas e linhas de crédito. A Receita busca facilitar o processo de regularização, incentivando a sustentabilidade financeira e a competitividade dos negócios.    

PMEs registram queda em dezembro após dois anos de alta

O Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs) apontou uma retração de 0,9% na movimentação financeira média das pequenas e médias empresas brasileiras em dezembro de 2024, quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Apesar dessa queda mensal, o quarto trimestre de 2024 encerrou com crescimento de 3,3%, embora inferior à alta de 5,5% registrada no terceiro trimestre do mesmo ano. A queda no índice de dezembro, somada ao fraco desempenho de novembro (+1,8% YoY), reflete a desaceleração do mercado de PMEs no Brasil, especialmente nos setores de Indústria e Serviços. Essa perda de ritmo ocorre em um contexto de maior incerteza macroeconômica, intensificada após o anúncio do plano de revisão de gastos do governo em novembro de 2024. O economista Felipe Beraldi, gerente de Indicadores e Estudos Econômicos da Omie, destacou que, embora o primeiro trimestre de 2025 apresente perspectivas de expansão, o cenário de insegurança econômica persiste, comprometendo a confiança no mercado. Desempenho setorial As PMEs do setor de Comércio se destacaram positivamente, com crescimento de 7,1% em dezembro, impulsionado pelas vendas da Black Friday e das festas de fim de ano. No varejo, segmentos como “artigos de colchoaria”, “artigos de viagem” e “brinquedos e artigos recreativos” registraram bons resultados. Em Infraestrutura, o faturamento das PMEs aumentou 3,1% no mesmo período, sustentado por avanços em “coleta, tratamento e disposição de resíduos” e “eletricidade”. Entretanto, o segmento de “construção” manteve sua tendência de queda. Por outro lado, os setores de Indústria e Serviços apresentaram retração em dezembro. Na Indústria, o índice registrou queda de 5,4%, com apenas seis dos 23 subsegmentos monitorados em crescimento, entre eles “produtos têxteis”, “equipamentos de transporte” e “fabricação de produtos de minerais não metálicos”. No setor de Serviços, a redução foi de 1,9%, embora áreas como “atividades financeiras”, “atividades jurídicas” e “atenção à saúde humana” tenham mantido crescimento. Perspectivas para 2025 Apesar dos desafios macroeconômicos, Beraldi acredita que o mercado de PMEs continuará crescendo, ainda que de forma mais moderada e alinhada à economia geral. A expectativa é de que a expansão se concentre nos setores de Serviços e Comércio, que dependem mais da renda e do consumo das famílias. No entanto, a continuidade da alta na Selic pode restringir o desempenho de segmentos mais dependentes de crédito, como Indústria e Infraestrutura. Sobre o IODE-PMEs O IODE-PMEs, desenvolvido pela Omie, acompanha as atividades econômicas de pequenas e médias empresas brasileiras com faturamento anual de até R$50 milhões. O índice é baseado em dados anonimizados de movimentações financeiras de mais de 170 mil clientes, cobrindo 701 CNAEs, e utiliza ajustes pelo IGP-M para eliminar efeitos inflacionários, proporcionando uma análise em termos reais do desempenho do setor.   5

boleto do DAS-MEI vence nesta segunda-feira (20); contribuição mensal terá aumento em fevereiro

reajuste no DAS-MEI: novo valor começa a valer em fevereiro O boleto do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI) referente a janeiro vence nesta segunda-feira, 20. Este é o último pagamento com base nos valores de 2024. A partir de fevereiro, os valores serão reajustados de acordo com o novo salário-mínimo de R$ 1.518, estipulado para 2025. Atualmente, a contribuição mínima é de R$ 70,60, considerando o salário-mínimo de R$ 1.412. No próximo vencimento, em 20 de fevereiro, o valor base passará a R$ 75,90. Para o MEI Caminhoneiro, cuja base de cálculo é de 12% do salário-mínimo, a contribuição aumentará de R$ 169,44 para R$ 182,16, podendo atingir até R$ 188,16, dependendo das atividades exercidas. O DAS-MEI reúne tributos como INSS, ICMS e ISS em uma única guia mensal. O valor básico corresponde a 5% do salário-mínimo, com acréscimos que variam conforme a atividade: R$ 1 para comércio e indústria, R$ 5 para prestação de serviços ou R$ 6 para atividades mistas. Para emitir o boleto, o Sebrae disponibiliza uma ferramenta gratuita em seu portal e aplicativo. Basta acessar o ambiente “Meu Mural” após o login com CPF e senha. No espaço, é possível gerar o DAS-MEI, realizar pagamentos on-line e consultar o histórico de quitação. Emita já o seu DAS-MEI e mantenha as contribuições em dia!

CNPJ alfanumérico: modelo será implementado em julho de 2026.

Diante do aumento contínuo no número de empresas e do iminente esgotamento dos números de CNPJ disponíveis, a Receita Federal do Brasil (RFB) anunciou o lançamento do CNPJ alfanumérico. Essa iniciativa visa facilitar a identificação de empresas e melhorar o ambiente de negócios, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. A partir de julho de 2026, o CNPJ alfanumérico será destinado exclusivamente a novas inscrições. Os números de CNPJ já existentes permanecerão inalterados, garantindo que as empresas já registradas continuem utilizando seus números atuais. Atualmente, há pouco mais de 60 milhões de estabelecimentos inscritos como pessoas jurídicas no Brasil. O aumento expressivo nas novas inscrições tem acelerado o esgotamento do formato atual de CNPJ, composto por 14 dígitos exclusivamente numéricos. Para minimizar os impactos dessa mudança, a solução mais viável encontrada foi a adoção de um formato alfanumérico, permitindo a inclusão de letras nas primeiras 12 posições do registro.  

Microempresas foram o segmento de pequeno porte que apresentou o maior crescimento entre os novos negócios abertos em 2024.

Mais de 874 mil microempresas foram abertas no ano passado, com um aumento de 21%, superando até mesmo o crescimento do MEI. No total de 4.158.122 pequenos negócios abertos em 2024 no Brasil, as microempresas (ME), que têm faturamento anual de até R$ 360 mil, destacaram-se como o segmento de maior crescimento. O aumento em relação ao ano anterior foi de 21%, o que resultou na abertura de 874 mil novos negócios desse porte, superando em mais de 152 mil o número registrado em 2023. Esses dados fazem parte de uma pesquisa realizada pelo Sebrae, com base no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da Receita Federal, que revelou um crescimento recorde no número de novos pequenos negócios no país. O crescimento também foi expressivo entre as empresas de pequeno porte (EPP), com mais de 190 mil novas empresas abertas em 2024. Esse segmento, que pode faturar até R$ 4,8 milhões por ano, registrou um aumento de 16,5% em relação ao ano anterior. Já os microempreendedores individuais (MEI) tiveram um crescimento de 6,7%, com 3,1 milhões de novas formalizações, contra 2,9 milhões em 2023. No governo Lula, o empreendedorismo foi transformado em uma política de Estado, com a implementação de diversas políticas públicas que ampliam as oportunidades para os pequenos negócios. O Sebrae tem atuado em conjunto com essas ações para apoiar os empreendedores em todo o Brasil. Esses resultados também refletem as políticas econômicas que protegem a economia dos pequenos negócios. Décio Lima, presidente do Sebrae. Setores Em 2024, o setor de Serviços foi responsável pelo maior número de novas empresas, representando cerca de 60% do total de negócios abertos. O Comércio, com mais de 1 milhão de empreendimentos, ocupou o segundo lugar, respondendo por 25% do total. As áreas de Indústria (321,3 mil), Construção Civil (283,7 mil) e Agropecuária (31,6 mil) completaram a lista, somando 15% do total de novos negócios. As 10 atividades econômicas com maior número de novos negócios em 2024: Promoção de vendas (206,3 mil) Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo (159,1 mil) Comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios (158,3 mil) Cabeleireiros, manicure e pedicure (138,4 mil) Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças (125,3 mil) Serviços de malote não realizados pelo Correio Nacional (108,4 mil) Obras de alvenaria (107 mil) Outras atividades auxiliares dos transportes terrestres (106,4 mil) Outras atividades de ensino (85,9 mil) Fornecimento de alimentos preparados, preponderantemente para consumo (83,5 mil)

CFC e Receita Federal realizam live sobre mudanças nas regras do Pix

CFC e Receita Federal esclarecem novas regras sobre movimentações financeiras e combatem fake news relacionadas ao Pix Com a proposta de esclarecer dúvidas sobre as novas normas de fiscalização da Receita Federal do Brasil (RFB) e desmentir informações falsas sobre o Pix e supostas taxações financeiras, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em parceria com a RFB, realizou na manhã desta quarta-feira (15) a live “Movimentação financeira: a e-Financeira e a IN RFB n° 2219 de 2024”. O evento foi transmitido no canal do CFC no YouTube. A Instrução Normativa RFB 2.219/2024, publicada em setembro de 2023, determina que instituições financeiras e operadoras de cartão de crédito notifiquem à Receita Federal operações que excedam R$ 5 mil mensais para pessoas físicas e R$ 15 mil mensais para pessoas jurídicas. Abertura do evento Na abertura, o presidente do CFC, Aécio Dantas, destacou que a Receita já fiscaliza movimentações financeiras, mas a nova normativa amplia esse monitoramento. Ele afirmou: “Essa live é importante para esclarecermos que a Receita Federal amplia o escopo, mas o contribuinte não será afetado”. O evento contou ainda com a participação de Andrea Chaves, subsecretária de Fiscalização da RFB; Mário Dehon, subsecretário de Arrecadação, Cadastros e Atendimento da RFB; Elisane Rodovanski, supervisora da e-Financeira; Wolney de Oliveira Cruz, coordenador de Estudos e Gestão de Projetos da RFB; e Angela Dantas, conselheira do CFC, que atuou como mediadora. Esclarecimentos sobre a normativa Segundo Mário Dehon, a IN 2.219/2024 não traz mudanças práticas para cidadãos ou empresas, mas aumenta o volume de informações que a Receita recebe, o que aprimora a capacidade de promover conformidade tributária aduaneira. Combate às fake news Andrea Chaves enfatizou a necessidade de combater fake news sobre suposta tributação do Pix: “A Receita Federal não pode tributar movimentação financeira. A Constituição Federal não permite isso, então não há taxação sobre o Pix”. Segundo ela, as informações recebidas das instituições financeiras poderão ser usadas para melhorar serviços, como a declaração pré-preenchida do Imposto de Renda, facilitando o cumprimento das obrigações tributárias dos cidadãos. Foco na fiscalização Elisane Rodovanski esclareceu que o objetivo da fiscalização é identificar operações atípicas, como lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. “O que importa para nós é a movimentação. Nós não sabemos se é Pix ou transferência; apenas sabemos o montante global na conta do cidadão em determinado mês”, explicou. As instituições financeiras devem enviar informações referentes ao primeiro semestre até o último dia útil de agosto e, para o segundo semestre, até o último dia útil de fevereiro do ano seguinte. Instituições e dados declarados Desde 2015, bancos, corretoras, seguradoras e entidades de previdência privada já reportam informações à Receita. A partir de 2024, instituições de pagamento autorizadas, como operadoras de contas pré-pagas ou moedas eletrônicas, também foram incluídas. Os dados declarados incluem o total de créditos (depósitos, transferências recebidas, resgates, entre outros) e débitos (saques, transferências realizadas, aplicações). Não são informados detalhes sobre a origem ou o destino dos valores movimentados.

Empreendedor, saiba tudo sobre a “regra do PIX” e evite golpes!

Nova regra da Receita Federal sobre o PIX: entenda o que muda e evite golpes! Um levantamento do Sebrae revela que o PIX é aceito por 97% dos pequenos negócios e é o meio de pagamento preferido por 48% dos microempreendedores individuais (MEIs). Com a entrada em vigor de uma nova regra da Receita Federal em janeiro de 2025, surgiram dúvidas e desinformações sobre o tema. Vamos esclarecer o que muda e como evitar armadilhas. O que muda com a nova regra? A partir de janeiro de 2025, instituições financeiras (como bancos digitais, administradoras de cartões e operadoras de pagamento) terão que informar à Receita movimentações que ultrapassem: R$ 15 mil mensais para pessoas jurídicas, como MEIs e microempresas; R$ 5 mil mensais para pessoas físicas. Essa medida visa aumentar a transparência nas operações financeiras, mas não altera o dia a dia dos empreendedores, garante Pedro Pessoa, analista de Políticas Públicas do Sebrae. Fake news: fique atento! Informações falsas estão circulando, como cobranças inexistentes sobre o PIX e ameaças de bloqueio de CPF. Veja os mitos e verdades: Vai ter cobrança de taxa para usar o PIX? Não. Não há taxação ou cobrança sobre valores movimentados via PIX. Golpistas têm enviado boletos falsos alegando taxas sobre valores acima de R$ 5 mil. A Receita Federal esclarece que a Constituição não permite tributação sobre movimentações financeiras. A Receita terá acesso aos detalhes do meu PIX? Não. Apenas o valor total das movimentações que excederem os limites estabelecidos será informado. A origem e o destino continuam sigilosos. Minha declaração de imposto muda? Não. A obrigação de informar os valores à Receita é das instituições financeiras. Como contribuinte, você deve continuar declarando tudo corretamente, independentemente do meio de pagamento. A nova regra visa “pegar” pequenos empreendedores? Não. Segundo Robinson Barreirinhas, secretário da Receita Federal, a medida busca simplificar o cruzamento de informações e incentivar a regularização de contribuintes, sem foco em fiscalizações punitivas para movimentações de baixo valor. O objetivo da Receita A nova regra equipara fintechs e administradoras de pagamento aos bancos tradicionais, exigindo que forneçam dados semestrais sobre movimentações significativas. Isso ajuda a fechar lacunas e melhorar a fiscalização. Para quem já cumpre suas obrigações fiscais, nada muda. Dica final: Antes de acreditar em mensagens sobre o PIX, consulte fontes confiáveis como o Sebrae e a Receita Federal. Assim, você protege seus negócios e evita cair em golpes!

Como automação e IA estão transformando cálculos judiciais em 2025.

O setor de cálculos judiciais está no limiar de uma transformação significativa. Em 2025, ferramentas como automação, inteligência artificial (IA) e machine learning prometem redefinir a forma como cálculos complexos são realizados e gerenciados. Quem não acompanhar essas mudanças corre o risco de ficar para trás em um mercado cada vez mais competitivo e tecnológico. O uso da inteligência artificial (IA) no setor jurídico, embora ainda incipiente no Brasil, vem ganhando força e promete transformar significativamente o mercado. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), startups especializadas projetam que a IA pode aumentar a produtividade em até 90% em tarefas operacionais, como a degravação de áudios e vídeos, que tradicionalmente demandam dias de trabalho. Com soluções automatizadas, como a oferecida pela plataforma Celeste AI, esse processo pode ser concluído em minutos, liberando profissionais para focar em atividades estratégicas e impulsionando a eficiência dentro dos departamentos jurídicos.   Por que levar horas para finalizar um cálculo cível se podemos ter resultados precisos em questão de minutos? Esse salto de eficiência é apenas o começo. Com o avanço da IA, será possível prever resultados e sugerir soluções baseadas em dados históricos, substituindo por completo processos manuais e suscetíveis a erros. Ferramentas especializadas garantirão que os cálculos sejam não apenas mais rápidos, mas também mais confiáveis e seguros. Entre os maiores desafios do setor estão a complexidade dos cálculos judiciais, a necessidade de conformidade regulatória e a proteção dos dados. No entanto, a tecnologia vem para enfrentar essas barreiras. A automação reduz significativamente os erros, enquanto sistemas integrados de compliance asseguram que todas as exigências legais sejam atendidas. Além disso, soluções robustas de cibersegurança, como criptografia avançada e auditorias regulares, tornam-se essenciais para proteger informações sensíveis. Mudanças regulatórias previstas para 2025 também terão um impacto profundo, com exigências ainda mais rigorosas de precisão, transparência e proteção de dados. Empresas que se adaptarem rapidamente a essas novas demandas estarão em uma posição estratégica para prosperar.   Para organizações que ainda estão em fase inicial de transformação tecnológica, a recomendação é começar com uma análise detalhada das suas necessidades e capacidades atuais. Em seguida, implementar soluções tecnológicas de forma gradual e estratégica. Parcerias com fornecedores especializados podem acelerar esse processo e assegurar que as mudanças ocorram sem comprometer a qualidade dos cálculos.   À medida que a digitalização avança, práticas rigorosas de proteção de dados são imprescindíveis. Adotar medidas como autenticação multifator, firewalls robustos e auditorias regulares será essencial para garantir a integridade e a confidencialidade das informações. As tendências que se desenham para 2025 têm o potencial de transformar radicalmente a área de cálculos judiciais. Ferramentas de automação e IA permitirão maior eficiência, enquanto a segurança de dados será o grande diferencial para empresas que desejam liderar o mercado. A digitalização não é apenas uma tendência, mas uma realidade que veio para ficar. Sua empresa está preparada para os desafios tecnológicos de 2025? Adotar essas inovações não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma necessidade para se manter relevante no mercado em constante evolução.

BPO financeiro: transforme sua gestão e foque no crescimento!

O BPO Financeiro pode transformar a gestão financeira da sua empresa ao oferecer uma solução completa para a terceirização de processos financeiros. Com esse modelo, sua empresa pode focar no crescimento e nas suas atividades principais, enquanto especialistas cuidam da parte financeira com mais eficiência. O BPO Financeiro envolve a gestão de contas a pagar e a receber, fluxo de caixa, conciliação bancária, elaboração de relatórios financeiros e controle de custos, garantindo maior precisão nas operações e ajudando a evitar erros que podem afetar a saúde financeira da empresa. Além disso, o BPO Financeiro proporciona uma visão estratégica das finanças, permitindo decisões mais assertivas com base em dados claros e atualizados. Essa prática contribui também para a redução de custos operacionais, já que elimina a necessidade de manter uma equipe interna dedicada exclusivamente à área financeira. Com a ajuda de uma consultoria especializada, como a ACJ Gestão, sua empresa pode melhorar seu controle financeiro, aumentar sua produtividade e garantir mais segurança nas decisões, otimizando processos e alcançando melhores resultados.