Startups de Tecnologia: 5 Tendências para Explorar em 2025

Juliana Suzin, CEO da Startup Academy, aponta oportunidades para novos empreendedores no Brasil em 2025 Com o avanço das tecnologias digitais e o crescente interesse por inovação no Brasil, 2025 desponta como um ano promissor para empreendedores que buscam transformar suas ideias em negócios concretos. Embora o país ainda enfrente desafios econômicos e uma recuperação lenta, Juliana Suzin, CEO e cofundadora da edtech Startup Academy, compartilha cinco fatores que indicam um ambiente favorável para novas iniciativas empreendedoras. 1. Ambiente favorável para novos negócios Apesar das dificuldades econômicas, o cenário brasileiro está se tornando mais propício para empreendedores inovadores. A transformação digital, aliada a uma nova mentalidade no mercado, tem gerado novas oportunidades em diversos setores. O país, que historicamente enfrenta desafios econômicos, está experimentando uma maturação no ecossistema de startups, tornando-se mais receptivo a modelos de negócios disruptivos. 2. Acesso a investimentos O mercado de investimentos continua ativo, especialmente em setores ligados à tecnologia. Investidores estão cada vez mais em busca de soluções inovadoras e modelos de negócios escaláveis, e isso se reflete na crescente atração por startups, especialmente nas áreas de saúde, educação e tecnologia. O volume de investimentos tem se mantido positivo, o que demonstra que os investidores estão dispostos a apostar no potencial de novas empresas, desde que elas apresentem diferenciação e potencial de crescimento. 3. Apoio ao empreendedorismo Juliana destaca que o ecossistema de empreendedorismo no Brasil está mais robusto do que nunca. Com programas de capacitação, aceleradoras e mentorias, os novos empreendedores têm acesso a recursos valiosos para validar e estruturar suas ideias. Segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o apoio institucional e a infraestrutura de aceleração têm aumentado significativamente, criando um ambiente mais propício para o lançamento de startups. 4. Consumidor brasileiro mais receptivo a inovações Outro ponto importante é a mudança no comportamento do consumidor. O brasileiro está cada vez mais disposto a adotar novas tecnologias e experiências inovadoras. Isso cria uma janela de oportunidade para empreendedores que buscam oferecer soluções disruptivas. Ao mesmo tempo, a digitalização da economia está permitindo que novos modelos de negócios se conectem rapidamente com o consumidor, facilitando a escalabilidade das startups. 5. Escalabilidade no horizonte A possibilidade de escalabilidade também se destaca como um fator crucial para o sucesso das startups. Com o crescimento da internet e das soluções digitais, as startups brasileiras podem acessar mercados além das fronteiras locais, atingindo novos públicos e ampliando seu alcance. A capacidade de adaptação rápida e a utilização de ferramentas tecnológicas são essenciais para que os novos negócios consigam crescer de forma sustentável. O que o futuro reserva para os empreendedores Juliana observa que o ecossistema de startups no Brasil está amadurecendo de forma acelerada. Hoje, existe um ambiente muito mais favorável para o lançamento de novas empresas, com investidores cada vez mais atentos a modelos de negócios inovadores e de alto impacto. De acordo com o relatório Inside Venture Capital, da Distrito, setores como saúde, educação e tecnologia continuam a atrair uma fatia significativa dos investimentos. Ela também ressalta que o empreendedorismo exige mais do que uma boa ideia. “É preciso ter uma visão clara do problema a ser resolvido e entender as nuances do mercado. Além disso, é fundamental contar com uma rede de apoio que ajude a validar a proposta e a estruturar o negócio de forma sólida”, afirma. Dica para os empreendedores de 2025 Para quem está pensando em começar um negócio, Juliana sugere que 2025 oferece boas perspectivas, especialmente para aqueles que têm um modelo de negócio escalável e inovador. Porém, ela alerta que é importante estar preparado para os desafios. “Os empreendedores precisam estar dispostos a adaptar seus negócios e a si mesmos às mudanças que ocorrerão no caminho. A flexibilidade e a capacidade de aprender com os erros serão fundamentais para o sucesso”, conclui a CEO da Startup Academy. Com os dados, o suporte e as oportunidades que surgem, 2025 pode ser o ano ideal para quem deseja dar o primeiro passo rumo ao empreendedorismo no Brasil.

Alterações na lei trabalhista: entenda a nova regra de correção monetária

Novas Regras de Correção Monetária nas Dívidas Trabalhistas: Impactos e Perspectivas A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que as novas regras de correção monetária, estabelecidas pela Lei 14.905/2024, serão aplicadas às ações trabalhistas. A decisão marca um importante passo no ajuste dos passivos trabalhistas e introduz novos parâmetros para o cálculo e a atualização das dívidas no âmbito da Justiça do Trabalho. As Novas Regras de Correção Com a implementação das novas regras, a atualização monetária das dívidas trabalhistas passará a seguir um sistema progressivo. Para os processos em andamento até 30 de agosto de 2024, as atualizações ocorrerão em três fases: 1. Fase Pré-Judicial: A correção será feita com base no IPCA-E (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – Especial) e juros de mora da Lei 8.177/91. 2. Do Ajuizamento até 29 de Agosto de 2024: Aplicação da taxa SELIC para a correção dos valores. 3. A partir de 30 de Agosto de 2024: A nova regra passa a ser aplicada, com atualização pelo IPCA acrescido dos juros de mora calculados pela diferença entre o IPCA e a SELIC. Para os processos ajuizados após essa data, a atualização será feita com base no IPCA, mais os juros de mora calculados pela diferença entre as taxas IPCA e SELIC. A fase pré-judicial permanecerá inalterada. Impactos para Trabalhadores e Empresas O advogado Gilson de Souza Silva, especialista em Direito do Trabalho e sócio do escritório Comparato, Nunes, Federici & Pimentel Advogados (CNFLaw), destaca que a decisão, embora importante, não possui caráter vinculante. “A adoção das novas regras pelo TST é um passo relevante para a uniformização das práticas, mas ainda é necessário que os Tribunais Regionais do Trabalho ajustem suas decisões. Estamos vivendo um momento de mudanças significativas, em que o equilíbrio entre a proteção dos trabalhadores e a previsibilidade para as empresas está no centro do debate”, observa. Para os trabalhadores, a correção pelo IPCA pode evitar perdas nos valores a serem recebidos, principalmente em cenários de taxas SELIC mais baixas, como o atual. Segundo especialistas, a mudança é benéfica porque o IPCA tende a refletir melhor a inflação real, o que preserva o poder de compra das indenizações. Em situações onde o IPCA ultrapassar a SELIC, o trabalhador poderá se beneficiar da correção mais vantajosa. Já para as empresas, o efeito imediato não será um aumento nos passivos trabalhistas, mas sim uma maior previsibilidade quanto ao custo desses passivos. O advogado Gilson Silva destaca que o impacto positivo para as empresas está na limitação dos juros à taxa SELIC, o que pode representar uma redução significativa em relação ao 1% ao mês que era aplicado anteriormente, conforme o artigo 883 da CLT. Contudo, ele alerta que esse cenário poderá mudar se o IPCA superar a SELIC, o que afetaria o cálculo dos passivos trabalhistas em casos futuros. Desafios e Perspectivas A decisão do TST será cuidadosamente monitorada pelos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) para avaliar se haverá necessidade de ajustes ou interpretações adicionais. Como observa Gilson Silva, “alguns TRTs podem adotar posições distintas sobre a aplicação da Lei 14.905/2024, o que pode gerar interpretações divergentes em casos específicos de créditos trabalhistas. É um momento crucial para advogados, empresas e trabalhadores acompanharem de perto a consolidação dessa jurisprudência”. Em última análise, a implementação da nova regra de correção monetária, com base na Lei 14.905/2024, representa uma tentativa de modernizar o cálculo das dívidas trabalhistas, alinhando-o à realidade econômica atual. No entanto, esse processo ainda está em evolução e continua a gerar debates no cenário jurídico brasileiro, refletindo tanto nos direitos dos trabalhadores quanto no planejamento financeiro das empresas.

Contabilidade e sustentabilidade: CFC promove encontro para debater novas normas

CFC Realiza Workshop sobre Normas Contábeis para Sustentabilidade com Enfoque no Papel Protagonista dos Contadores. Em 17 de outubro de 2024, foram oficialmente aprovadas as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC) TDS 01 e TDS 02, que estabelecem os requisitos para a divulgação de informações sobre sustentabilidade no contexto corporativo. Para discutir essas novas regulamentações e seu impacto na prática contábil, a Escola de Governança e Gestão do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) promoveu, no dia 13 de novembro, um workshop com a presença de Ana Tércia Lopes Rodrigues, vice-presidente Técnica do CFC, e Vânia Borgerth, vice-coordenadora de Relações Internacionais do Comitê Brasileiro de Pronunciamento de Sustentabilidade (CBPS), ambas diretamente envolvidas na criação das normas. O evento foi realizado de forma híbrida, com participação presencial na sede do CFC e transmissão ao vivo, permitindo ampla interação com profissionais de contabilidade de todo o Brasil. Na abertura, Joaquim Alencar Bezerra Filho, presidente em exercício do CFC e da Escola de Governança e Gestão, destacou o papel essencial dos contadores no processo de implementação das normas. Ele ressaltou que a sustentabilidade não é mais um tema periférico, mas uma necessidade estratégica global, onde o contador se torna um protagonista na promoção de práticas empresariais responsáveis e sustentáveis. “Estamos diante de uma grande oportunidade de promover a responsabilidade socioambiental no mundo dos negócios”, afirmou. A Sustentabilidade como Pilar para a Contabilidade do Futuro Haroldo Santos Filho, conselheiro do CFC e coordenador da Comissão de Contabilidade Eleitoral, atuou como moderador do evento e reforçou a atualidade e importância do tema. Ele observou que a sustentabilidade, cada vez mais discutida nos principais fóruns internacionais, representa uma oportunidade para que as empresas possam conciliar lucratividade e responsabilidade ambiental. “A responsabilidade de integrar esses dois aspectos na prática empresarial será cada vez mais uma exigência, tanto de investidores quanto de consumidores conscientes, afirmou, destacando a necessidade de regramentos que promovam essa integração. Contadores como Agentes de Transformação O workshop teve como foco a atuação dos contadores como agentes de transformação, fundamentais na elaboração e análise das divulgações sobre riscos e oportunidades relacionadas à sustentabilidade. Ana Tércia Lopes Rodrigues foi a primeira a se apresentar e, em sua exposição, detalhou os desafios, oportunidades, e riscos que os profissionais da contabilidade terão que enfrentar na implementação das novas normas. Ela fez um breve histórico do processo de elaboração das normas, mencionando a colaboração de diversas instituições reguladoras, como o CFC, o Banco Central, e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e apresentou a trajetória técnica que levou à sua aprovação. Ana Tércia também trouxe exemplos práticos, como o relatório de sustentabilidade da Renner, pioneira na adoção dessas práticas no Brasil, e o caso polêmico da JBS, acusada de greenwashing nos Estados Unidos. Ela também explicou, de forma detalhada, os principais pontos da NBC TDS 01, que estabelece as diretrizes gerais para a divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade. Ao concluir sua fala, Ana Tércia enviou uma mensagem inspiradora aos participantes, enfatizando a crescente relevância da contabilidade como ciência social aplicada. “Os contadores devem se conscientizar de sua missão como agentes de transformação social e econômica, contribuindo para um ambiente de negócios mais ético e sustentável, concluiu. O Futuro da Contabilidade: Sustentabilidade como Pilar Corporativo A seguir, Vânia Borgerth aprofundou a discussão sobre o papel da profissão contábil na promoção da sustentabilidade e explicou por que o CFC decidiu regulamentar essa área por meio das novas normas. Ela ressaltou a evolução histórica dos reportes corporativos, desde as primeiras tentativas de integrar aspectos ambientais e sociais às práticas empresariais até a implementação das regulamentações atuais. Vânia também apresentou uma análise dos principais riscos envolvidos na sustentabilidade e destacou a importância do papel dos contadores na precisão dos diagnósticos realizados pelas empresas. “Nosso papel é fundamental para garantir que as empresas façam diagnósticos precisos, sem margem para erros. O risco de desperdiçar recursos ou falhar na alocação de investimentos é grande, e o tempo para corrigir é curto. Não podemos nos dar ao luxo de errar, pois não temos tempo a perder. Só temos esse planeta,” afirmou Vânia, reforçando o impacto das decisões empresariais na sustentabilidade global. Conclusão: O Desafio da Implementação das Normas O workshop deixou claro que as **NBC TDS 01 e TDS 02** não apenas representam uma mudança regulatória, mas um passo decisivo para que a **contabilidade se transforme em um motor de transformação social e ambiental. O trabalho dos contadores será fundamental para garantir que as empresas se alinhem a práticas mais sustentáveis e transparentes, atendendo às novas exigências de investidores e consumidores que buscam negócios mais responsáveis. O evento foi uma parte integrante do Programa de Educação Profissional Continuada (PEPC) da Vice-Presidência de Desenvolvimento Profissional do CFC, que visa capacitar os profissionais da contabilidade a se adaptarem às novas demandas do mercado. A crescente integração da sustentabilidade às práticas contábeis destaca o papel da contabilidade como uma disciplina que vai além dos números, desempenhando uma função essencial na construção de uma economia mais justa, ética e sustentável.  

Setor têxtil se manifesta contra PEC que altera jornada de trabalho

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) posiciona-se contrária à proposta de emenda constitucional que visa a redução da jornada de trabalho. O entendimento da entidade é que a proposta se revela desnecessária, uma vez que a minirreforma trabalhista de 2017 já assegura amplas prerrogativas tanto para trabalhadores quanto para empregadores, permitindo que a carga horária seja definida de maneira flexível, por meio de negociações livres, levando em conta as especificidades do setor, as particularidades operacionais de cada empresa, além de fatores regionais e mercadológicos. É importante destacar que em diversos setores, incluindo a indústria têxtil, já se adotam jornadas reduzidas, com apenas cinco dias semanais de trabalho. O problema mais significativo, no entanto, não é a redundância da proposta, mas sim a imposição legal de uma jornada menor. Desde 2017, a redução da carga horária já é possível mediante acordo coletivo ou individual, com liberdade para as partes envolvidas definirem as condições mais adequadas. A obrigatoriedade de uma jornada reduzida em nível nacional, sem levar em conta as condições específicas de cada empresa e setor, pode ter impactos negativos significativos, desrespeitando os direitos das partes e interferindo diretamente nos modelos de trabalho de diversas empresas, especialmente no setor industrial. Isso poderia acarretar em aumento de custos operacionais, afetando a produção, a logística e as estratégias de abastecimento, com consequências negativas para a competitividade da economia brasileira. Embora a criação de empregos seja frequentemente citada como justificativa para a redução da jornada de trabalho, o verdadeiro motor da geração de empregos está no crescimento econômico sustentável. O Brasil enfrenta desafios críticos no que tange à produtividade, que permanece estagnada há anos. A imposição de uma redução na jornada de trabalho poderia agravar essa situação, especialmente para micro e pequenas empresas, que são pilares da nossa economia e que frequentemente não possuem a mesma capacidade de adaptação que grandes corporações. O futuro do trabalho no Brasil deve ser orientado por um modelo baseado no diálogo e na negociação entre as partes. É fundamental encontrar um equilíbrio entre a proteção dos direitos dos trabalhadores e a necessidade de manter nossa economia competitiva e capaz de gerar empregos. As convenções coletivas, acordadas entre as entidades representativas de diferentes setores, continuam sendo a melhor maneira de adaptar as relações de trabalho às realidades de cada ramo de atividade e região do país, respeitando os marcos legais estabelecidos. O caminho mais eficaz para modernizar as relações trabalhistas no Brasil passa pelo respeito à negociação livre e pela preservação da flexibilidade que a reforma de 2017 já garantiu.  

Pequenos negócios: a força motriz da economia brasileira, impulsionada pelo crédito

Sebrae Expande Linhas de Crédito e Apoia Crescimento de Micro e Pequenas Empresas. Com o apoio do Sebrae e do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe), empreendedores de todo o Brasil estão conquistando novos horizontes, transformando sonhos em realidade. Em uma parceria que já ajudou a liberar mais de R$ 1,5 bilhão em garantias, o Fampe tem se mostrado um grande aliado dos pequenos empresários que buscam crédito para expandir seus negócios. A Dupla Jonathan e Adam: Do Planejamento ao Sucesso Há 20 anos no cenário musical, a dupla sertaneja Jonathan e Adam, natural de Mato Grosso, tem feito sucesso com mais de 300 shows por ano, principalmente em Cuiabá, e 4 milhões de visualizações no YouTube. Para seguir ampliando sua presença e alcançar novos públicos, eles perceberam que precisavam investir em infraestrutura e marketing, mas a falta de recursos era um obstáculo. A solução surgiu com o auxílio do Sebrae, que ofereceu consultoria especializada e acesso ao financiamento de R$ 150 mil, com a garantia do Planejamento. Com esse recurso, a dupla adquiriu um ônibus, fundamental para reduzir os custos com transporte e permitir que eles cobrassem cachês mais justos pelos shows. “O Mato Grosso é muito grande e viajamos longas distâncias para os shows. Alugar transporte era caro demais, e com isso, não conseguíamos ter uma margem de lucro adequada. O ônibus foi um divisor de águas para nós”, destaca Jonathan. Além disso, o Sebrae os ajudou a fortalecer sua presença nas redes sociais e a negociar com rádios locais, permitindo que ampliassem suas apresentações para novos estados, como Goiás. Mais Crédito para Pequenos Empreendedores O Sebrae tem trabalhado para aumentar o acesso de micro e pequenos empresários ao crédito, principalmente com a ampliação de R$ 2 bilhões nas linhas de financiamento do Fampe. Essa expansão possibilita que o volume de crédito atinja até R$ 30 bilhões nos próximos três anos. A estratégia faz parte do Programa Acredita, lançado pelo governo federal, que inclui iniciativas como o *Desenrola*, focadas em apoiar microempreendedores individuais (MEI) e pequenas empresas. Em 2024, entre janeiro e maio, mais de 20 mil operações de crédito foram realizadas com o apoio do Fampe, representando um aumento de 140% em relação ao ano anterior. Segundo o presidente do Sebrae, Décio Lima, a ampliação do acesso ao crédito é uma forma de diminuir a desigualdade entre os pequenos e grandes empresários, especialmente em um sistema financeiro que historicamente favorece os grandes. A História de Eliene Menezes: Superação e Crescimento A trajetória de Eliene Menezes Alves é um exemplo de determinação e perseverança. Em 2009, ainda estudante de Ciências Contábeis na Universidade Federal do Piauí, Eliene começou a vender peças de Opala para suas colegas de faculdade. O negócio foi crescendo e, em 2013, ela formalizou sua atividade como Microempreendedora Individual (MEI), transformando um quarto de sua casa em uma miniloja. Em 2019, quando abriu sua primeira loja física, a pandemia de Covid-19 trouxe desafios, mas também oportunidades. Eliene adaptou o seu modelo de negócios, utilizando as redes sociais para manter o contato com os clientes e, mesmo com as dificuldades, sua empresa prosperou. Em busca de crescimento, Eliene recorreu novamente ao Sebrae, que a ajudou a planejar a expansão de sua loja. Com o apoio do Fampe, ela obteve um financiamento de R$ 125 mil, o que permitiu expandir o estoque e contratar mais funcionários. Hoje, sua empresa, a Eliene Joias e Acessórios, oferece uma variedade de produtos, desde bijuterias em prata até joias em ouro, e está prestes a lançar um novo site de vendas. O próximo objetivo de Eliene é abrir uma franquia, com o acompanhamento contínuo do Sebrae. Para empreendedores que desejam acessar as linhas de crédito do Sebrae e utilizar o Fampe como garantia complementar, o primeiro passo é visitar o *Portal Crédito Consciente* do Sebrae. A plataforma oferece a *Calculadora de Planejamento Financeiro*, que auxilia na avaliação da real necessidade de crédito e na escolha da melhor linha de financiamento. O processo envolve também a apresentação de um plano de negócios ao gerente da instituição financeira de sua preferência, destacando o interesse em utilizar o Fampe. As taxas de juros variam conforme o perfil do cliente, a política do banco e a localização do negócio. Este artigo faz parte da série *Momento Crédito Consciente*, uma iniciativa do Sebrae Acredita para fornecer informações essenciais sobre crédito para micro e pequenos empresários em todo o país. Para acompanhar os próximos episódios da série, fique atento ao lançamento semanal de novas reportagens na Agência Sebrae de Notícias (ASN) Essa reformulação busca deixar o texto mais fluido e objetivo, mantendo os detalhes e as informações essenciais sobre o apoio do Sebrae a micro e pequenos empresários.

Sindicatos se reúnem para traçar o futuro da representação trabalhista

A FENACON acaba de promover um encontro crucial para os sindicatos brasileiros, com o objetivo de aprimorar suas estratégias e resultados. Durante a reunião, foi apresentada uma ferramenta inovadora para auxiliar no planejamento: o software Monday. Essa plataforma promete otimizar a gestão de projetos, permitindo aos sindicatos visualizar de forma clara o andamento de suas ações e alcançar metas com mais eficiência. Além disso, a FENACON reforçou a importância de revisar e atualizar a missão, visão e valores de cada organização, garantindo que estejam alinhadas com os desafios do momento. Para aprofundar o aprendizado, a Federação realizará uma oficina prática no dia 3, em Brasília, onde os participantes poderão colocar em prática as novas ferramentas e conhecimentos adquiridos.

IA na advocacia: OAB libera novas regras e abre caminho para o futuro

A advocacia está vivendo uma transformação digital sem precedentes. A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em nossas vidas e a área jurídica não poderia ficar de fora. Diante desse cenário, o Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) deu um passo importante ao aprovar uma série de recomendações para orientar o uso da IA na prática jurídica. O objetivo das novas diretrizes é garantir que a utilização da inteligência artificial na advocacia seja feita de forma ética e responsável, respeitando os princípios fundamentais da profissão e as exigências legais. As recomendações foram elaboradas pelo Observatório Nacional de Cibersegurança, Inteligência Artificial e Proteção de Dados da OAB Nacional e abordam temas como: Legislação aplicável: As diretrizes orientam sobre a legislação vigente e as normas que devem ser observadas no uso da IA. Confidencialidade e privacidade: As recomendações enfatizam a importância de proteger os dados dos clientes e garantir a confidencialidade das informações. Prática jurídica ética: As diretrizes estabelecem princípios éticos que devem guiar o uso da IA na advocacia, como a imparcialidade, a transparência e a responsabilidade. Comunicação sobre o uso de IA: As recomendações orientam sobre como os advogados devem comunicar aos seus clientes o uso de ferramentas de IA. Os benefícios da IA para a advocacia são inúmeros. A tecnologia pode auxiliar os advogados em diversas tarefas, como pesquisa jurídica, análise de documentos, redação de peças processuais e até mesmo na previsão de resultados de processos. Além disso, a IA pode otimizar o tempo dos advogados, permitindo que eles se dediquem a atividades mais estratégicas e complexas. No entanto, o uso da IA também apresenta desafios. É preciso estar atento a questões como a privacidade dos dados, a responsabilidade civil por erros e a necessidade de constante atualização. As recomendações da OAB buscam justamente mitigar esses riscos e garantir que a IA seja utilizada de forma segura e benéfica para a sociedade. A aprovação dessas diretrizes representa um marco importante para a advocacia brasileira. Ao estabelecer um conjunto de normas e princípios, a OAB demonstra sua preocupação em acompanhar as transformações tecnológicas e garantir que a advocacia continue a desempenhar seu papel fundamental na defesa dos direitos e garantias individuais. Para os advogados, as novas diretrizes são um guia importante para a utilização da inteligência artificial em suas atividades. Ao seguir as recomendações da OAB, os profissionais poderão aproveitar os benefícios da tecnologia de forma ética e responsável, garantindo a qualidade dos serviços prestados e a confiança dos seus clientes. Em resumo, a aprovação das recomendações da OAB para o uso da IA na advocacia é um passo fundamental para a modernização da profissão. Ao abraçar as novas tecnologias, os advogados poderão oferecer serviços mais eficientes e personalizados, contribuindo para um sistema jurídico mais justo e eficaz.

SESCON-SP: Futuro da Contabilidade em Foco

A delegação de empresários contábeis brasileiros que participa do 8º Seminário Internacional de Excelência Empresarial do SESCON-SP, em Nova York, vivenciou um dia intenso de imersão em tecnologia e inovação. Na quarta-feira (6), os participantes aprofundaram seus conhecimentos sobre as últimas tendências do setor, com palestras e visitas técnicas que os prepararam para os desafios do futuro. A jornada começou com a palestra “Desmistificando Plataformas Tecnológicas”, ministrada pelo professor Jerry Kim. O especialista apresentou uma análise detalhada das diversas plataformas disponíveis no mercado e demonstrou como elas podem ser utilizadas para otimizar processos e impulsionar a inovação nas empresas contábeis. Em seguida, o professor Moran Cerf conduziu uma palestra sobre a importância do networking estratégico. O especialista destacou que cultivar relacionamentos sólidos é fundamental para o sucesso profissional, especialmente em um mundo cada vez mais conectado. A tarde foi dedicada a uma visita técnica à Zeta Global, uma das principais empresas americanas de tecnologia de marketing. Durante a visita, os participantes conheceram as soluções da empresa e aprenderam como a inteligência artificial está sendo utilizada para transformar o marketing digital. Roman Gun, Vice-Presidente de Produto, e Rachel Schoenfeld, Gerente de Projetos, apresentaram as ferramentas e a cultura de inovação da empresa. A imersão em Nova York proporcionou aos contadores brasileiros a oportunidade de conhecer as últimas tendências do mercado, expandir suas redes de contatos e se preparar para os desafios da profissão no futuro. Ao retornarem ao Brasil, os participantes poderão aplicar os conhecimentos adquiridos em suas empresas, contribuindo para a modernização do setor contábil.

CFC Avalia Novos Cursos e Capacitadores para Educação Continuada

O Conselho Federal de Contabilidade Fortalece a Educação Continuada dos Profissionais Contábeis Em um compromisso constante com a atualização e qualificação dos profissionais da contabilidade, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) realizou, no dia 5 de [mês], uma reunião da Comissão de Educação Profissional Continuada (CEPC-CFC). O encontro teve como objetivo principal analisar e aprovar novos cursos e capacitações que farão parte do Programa de Educação Profissional Continuada (PEPC). Durante a reunião, foram avaliados 109 pedidos de credenciamento, abrangendo uma variedade de temas relevantes para a prática contábil. Além dos cursos tradicionais, a comissão também analisou propostas de eventos e atividades desenvolvidas por profissionais, como pesquisas e disciplinas de pós-graduação. Essa ampla gama de opções demonstra o compromisso do CFC em oferecer aos contadores uma formação completa e abrangente, que acompanhe as constantes mudanças do mercado. Outro ponto destacado na reunião foi a aprovação do credenciamento de duas novas instituições como capacitadoras. Essa medida visa ampliar a oferta de cursos e capacitações, garantindo aos profissionais maior flexibilidade na escolha das atividades que melhor atendem às suas necessidades. A CEPC-CFC também analisou casos de profissionais que não cumpriram as exigências estabelecidas pelo PEPC. Essa medida é fundamental para garantir a qualidade do programa e a valorização da profissão contábil. O vice-presidente de Desenvolvimento Profissional, José Donizete Valentina, que presidiu a reunião, destacou a importância da educação continuada para o sucesso dos profissionais da contabilidade. “A atualização constante é essencial para que os contadores possam acompanhar as transformações do mercado e oferecer serviços de alta qualidade aos seus clientes”, afirmou Valentina. A decisão da CEPC-CFC de aprovar 109 novos cursos e credenciar duas novas instituições demonstra o compromisso do CFC em investir na qualificação dos profissionais da contabilidade. Essa medida contribui para fortalecer a profissão, garantindo que os contadores brasileiros estejam sempre à frente, preparados para enfrentar os desafios do mercado e contribuir para o desenvolvimento econômico do país. Este texto pode ser adaptado para diferentes públicos e canais de comunicação, como: Site do CFC: Versão mais formal e detalhada, com informações técnicas e links para documentos relevantes. Redes sociais: Versão mais curta e objetiva, com destaque para os principais pontos e um visual mais atrativo. Revistas e jornais especializados: Versão mais aprofundada, com análise de especialistas e dados estatísticos. Boletins informativos: Versão direcionada aos profissionais da contabilidade, com informações práticas sobre como se inscrever nos cursos e tirar dúvidas. Ao adaptar o texto, é importante considerar o público-alvo e o objetivo da comunicação. Palavras-chave: Conselho Federal de Contabilidade, CFC, Educação Profissional Continuada, PEPC, cursos, capacitações, contadores, qualificação profissional.

Pequenas empresas impulsionam queda do desemprego no 3º trimestre

O Brasil retoma o crescimento e gera mais empregos O mercado de trabalho brasileiro demonstra sinais robustos de recuperação, com a taxa de desocupação atingindo os menores níveis em mais de uma década. Essa evolução positiva é resultado de um conjunto de fatores, entre eles a implementação de políticas públicas que estimularam a economia e a geração de empregos, aliada ao dinamismo do setor privado, em especial das pequenas e médias empresas. O papel das pequenas empresas As pequenas e médias empresas (PMEs) têm sido protagonistas nesse processo de recuperação. Com sua capacidade de adaptação e flexibilidade, as PMEs demonstraram grande resiliência diante dos desafios econômicos dos últimos anos e se tornaram as principais responsáveis pela criação de novos postos de trabalho. Setores como comércio, serviços e indústria têm sido os grandes destaques, impulsionando a demanda por mão de obra qualificada e não qualificada. Impacto positivo no mercado de trabalho A geração de novos empregos tem contribuído para a redução da informalidade, o aumento da renda das famílias e a melhoria das condições de vida da população. Além disso, a menor taxa de desocupação tem estimulado o consumo e impulsionado a atividade econômica, criando um círculo virtuoso de crescimento. Desafios e perspectivas Apesar dos avanços, o mercado de trabalho brasileiro ainda enfrenta desafios, como a desigualdade de renda, a falta de qualificação profissional e a necessidade de modernização das relações de trabalho. Para consolidar a recuperação e garantir um crescimento sustentável, é fundamental investir em educação e capacitação profissional, promover a formalização do trabalho e fortalecer as políticas de proteção social. As perspectivas para o futuro são promissoras, com a expectativa de que o mercado de trabalho continue a se recuperar e a gerar novas oportunidades de emprego. A digitalização da economia, a transição energética e o crescimento do consumo interno são alguns dos fatores que podem impulsionar a criação de novos empregos nos próximos anos. Para garantir a sustentabilidade desse crescimento, é fundamental: Investir em educação e qualificação profissional: Preparando a força de trabalho para os desafios do futuro. Fortalecer as políticas de apoio às pequenas empresas: Oferecendo crédito, assistência técnica e acesso a mercados. Promover a formalização do trabalho: Ampliando os direitos trabalhistas e previdenciários. Combater a desigualdade de renda: Implementando políticas públicas que promovam a distribuição de renda. Conclusão O Brasil está vivendo um momento de transformação, com o mercado de trabalho demonstrando sinais de recuperação e crescimento. As pequenas empresas têm sido as grandes protagonistas desse processo, gerando empregos e impulsionando a economia. Para consolidar esses avanços e garantir um futuro mais próspero, é fundamental investir em educação, qualificação profissional e políticas públicas que promovam a inclusão e a equidade. Este texto pode ser adaptado e personalizado de acordo com suas necessidades, incluindo: Dados mais específicos: Você pode adicionar dados mais recentes e detalhados sobre a taxa de desocupação, a geração de empregos por setor e a renda média dos trabalhadores. Análise mais aprofundada: É possível realizar uma análise mais aprofundada das causas da recuperação do mercado de trabalho, dos desafios enfrentados e das perspectivas futuras. Foco em um público específico: O texto pode ser adaptado para um público mais técnico ou especializado, utilizando uma linguagem mais formal e aprofundando em determinados aspectos do tema.