Em pleno 2026, a inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para se tornar parte do cotidiano dos escritórios. Hoje, uma grande parcela de contadores utiliza IA diariamente para agilizar tarefas repetitivas, reduzir cargas de trabalho pesado e abrir espaço para atividades de maior valor agregado. Isso inclui:
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classificação automática de documentos,
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análise de dados,
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detecção de inconsistências fiscais,
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preenchimento de rotinas de conciliação e até
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sugestões de diagnóstico financeiro com base em padrões históricos.
Segundo dados recentes, cerca de 81% dos contadores relatam que a IA aumenta a produtividade, permitindo que eles se afastem de tarefas operacionais e se concentrem em serviços consultivos de alto valor.
Mas a evolução não para por aí. 2026 marca a entrada da chamada “Agentic AI” — uma geração de inteligência artificial que não responde só perguntas ou sugere textos, mas executa ações completas: responde e-mails, atualiza registros, programa rotinas e resolve tarefas automáticas com mínima intervenção humana.
Essa mudança é gigantesca porque transforma a IA de uma ferramenta passiva em uma assistente operativa, capaz de reduzir retrabalhos e agilizar fluxos com independência — desde que bem supervisionada.