PIB cresce 2,3% em 2025 e pequenos negócios impulsionam a economia brasileira

O crescimento da economia brasileira em 2025 trouxe um resultado positivo e importante para o país. O Produto Interno Bruto (PIB) registrou alta de 2,3%, refletindo o avanço de diversos setores econômicos e o fortalecimento das atividades produtivas. Nesse cenário, os pequenos negócios tiveram um papel fundamental, contribuindo significativamente para o desempenho da economia nacional. Micro e pequenas empresas representam uma grande parcela das empresas brasileiras e são responsáveis por movimentar diferentes setores, como comércio, serviços e indústria. Além de impulsionar a economia, esses negócios também desempenham um papel essencial na geração de empregos, no fortalecimento das economias locais e na criação de novas oportunidades de renda. O crescimento do PIB demonstra que, mesmo diante de desafios econômicos, os empreendedores continuam investindo, inovando e buscando novas formas de expandir seus negócios. Pequenas empresas, muitas vezes iniciadas com poucos recursos, acabam se tornando importantes motores de desenvolvimento econômico e social. Outro fator relevante é que os pequenos negócios possuem grande capacidade de adaptação às mudanças do mercado. Muitos empreendedores utilizam tecnologia, redes sociais e estratégias digitais para alcançar novos clientes, ampliar sua presença no mercado e melhorar a gestão de suas empresas. Esse cenário reforça a importância de políticas de incentivo ao empreendedorismo, acesso a crédito, capacitação e apoio à gestão empresarial. Quando pequenos negócios crescem, toda a economia se beneficia, pois aumenta a circulação de recursos, a geração de empregos e o desenvolvimento das comunidades. O crescimento de 2,3% do PIB em 2025 mostra que o Brasil continua avançando, e grande parte desse resultado está diretamente ligada à dedicação, à inovação e à coragem de milhares de empreendedores que movimentam diariamente a economia do país. 📊🚀

🌎 Pequenas indústrias de cosméticos ganham espaço no mercado internacional

A Jornada Exportadora está criando oportunidades reais para pequenas empresas brasileiras do setor de cosméticos ampliarem seus negócios além das fronteiras. A iniciativa conecta fabricantes nacionais a compradores do Paraguai e do Equador, fortalecendo a presença do Brasil no mercado internacional de beleza e cuidados pessoais. O programa funciona como uma ponte entre a indústria e o comércio exterior, promovendo rodadas de negócios, aproximação com importadores e incentivo à exportação de produtos com alto potencial competitivo. Além de impulsionar as vendas, a ação também estimula a profissionalização das empresas participantes, que passam a atuar com visão global, agregando valor à marca e aumentando sua credibilidade no mercado. ✨ Uma grande chance para pequenas indústrias mostrarem que qualidade brasileira também é sinônimo de competitividade internacional.

PMEs registram queda em dezembro após dois anos de alta

O Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs) apontou uma retração de 0,9% na movimentação financeira média das pequenas e médias empresas brasileiras em dezembro de 2024, quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Apesar dessa queda mensal, o quarto trimestre de 2024 encerrou com crescimento de 3,3%, embora inferior à alta de 5,5% registrada no terceiro trimestre do mesmo ano. A queda no índice de dezembro, somada ao fraco desempenho de novembro (+1,8% YoY), reflete a desaceleração do mercado de PMEs no Brasil, especialmente nos setores de Indústria e Serviços. Essa perda de ritmo ocorre em um contexto de maior incerteza macroeconômica, intensificada após o anúncio do plano de revisão de gastos do governo em novembro de 2024. O economista Felipe Beraldi, gerente de Indicadores e Estudos Econômicos da Omie, destacou que, embora o primeiro trimestre de 2025 apresente perspectivas de expansão, o cenário de insegurança econômica persiste, comprometendo a confiança no mercado. Desempenho setorial As PMEs do setor de Comércio se destacaram positivamente, com crescimento de 7,1% em dezembro, impulsionado pelas vendas da Black Friday e das festas de fim de ano. No varejo, segmentos como “artigos de colchoaria”, “artigos de viagem” e “brinquedos e artigos recreativos” registraram bons resultados. Em Infraestrutura, o faturamento das PMEs aumentou 3,1% no mesmo período, sustentado por avanços em “coleta, tratamento e disposição de resíduos” e “eletricidade”. Entretanto, o segmento de “construção” manteve sua tendência de queda. Por outro lado, os setores de Indústria e Serviços apresentaram retração em dezembro. Na Indústria, o índice registrou queda de 5,4%, com apenas seis dos 23 subsegmentos monitorados em crescimento, entre eles “produtos têxteis”, “equipamentos de transporte” e “fabricação de produtos de minerais não metálicos”. No setor de Serviços, a redução foi de 1,9%, embora áreas como “atividades financeiras”, “atividades jurídicas” e “atenção à saúde humana” tenham mantido crescimento. Perspectivas para 2025 Apesar dos desafios macroeconômicos, Beraldi acredita que o mercado de PMEs continuará crescendo, ainda que de forma mais moderada e alinhada à economia geral. A expectativa é de que a expansão se concentre nos setores de Serviços e Comércio, que dependem mais da renda e do consumo das famílias. No entanto, a continuidade da alta na Selic pode restringir o desempenho de segmentos mais dependentes de crédito, como Indústria e Infraestrutura. Sobre o IODE-PMEs O IODE-PMEs, desenvolvido pela Omie, acompanha as atividades econômicas de pequenas e médias empresas brasileiras com faturamento anual de até R$50 milhões. O índice é baseado em dados anonimizados de movimentações financeiras de mais de 170 mil clientes, cobrindo 701 CNAEs, e utiliza ajustes pelo IGP-M para eliminar efeitos inflacionários, proporcionando uma análise em termos reais do desempenho do setor.   5