📲 Aplicativo do Sebrae já ultrapassa 4 milhões de atendimentos em 2025

Mais de 740 mil empreendedores utilizaram o App Sebrae para fortalecer a gestão em 2025 O App Sebrae se consolidou como uma ferramenta estratégica e gratuita para a gestão de pequenos negócios. Somente em 2025, o aplicativo já contabiliza 3,9 milhões de atendimentos, 743 mil usuários ativos e mais de 880 mil downloads. Desenvolvido para ser o assistente digital do empreendedor, o aplicativo reúne, em um único ambiente, soluções que auxiliam na organização financeira, no aprimoramento da gestão e na tomada de decisões relacionadas ao posicionamento de mercado. Segundo Marcio Brito, analista de Soluções do Sebrae Nacional: “O App Sebrae oferece uma jornada personalizada, adaptada às características e necessidades dos donos de pequenos negócios.” Entre as principais funcionalidades estão: Emissão do boleto do DAS-MEI Controle de Fluxo de Caixa Cadastro e gestão do Perfil da Empresa no Google Criação de posts automatizados por inteligência artificial Calculadora de Valuation, que estima o valor de mercado do negócio Além disso, o aplicativo também permite acesso a conteúdos e soluções de capacitação disponibilizados pelo Sebrae. O App Sebrae é gratuito e está disponível para dispositivos com sistemas Android e iOS.

🧪 5. Notícias e Movimentos Globais Que Influenciam a Contabilidade Hoje

No cenário internacional, grandes movimentos também mostram como a profissão contábil está se adaptando às novas realidades. Por exemplo, a associação global Association of Chartered Certified Accountants anunciou a interrupção de exames remotos para combater práticas de fraude, uma resposta à crescente sofisticização de ferramentas de inteligência artificial usadas de forma indevida em avaliações, além de atualizar seus conteúdos para incluir temas como IA, blockchain e ciência de dados — sinalizando uma nova ênfase em competências tecnológicas e éticas na formação contábil. Além disso, grandes firmas de contabilidade estão investindo pesado em tecnologia: muitas estão integrando agentes de IA para automatizar tarefas complexas e reduzir trabalho manual em auditorias e análises, com o objetivo de melhorar a qualidade e eficiência dos serviços enquanto enfrentam desafios como escassez de profissionais qualificados e a necessidade de reter talento.

🧠 1. Como a Inteligência Artificial Está Redefinindo a Contabilidade em 2026

A contabilidade está passando por uma transformação profunda com a chegada da Inteligência Artificial (IA). O que antes era uma tecnologia experimental tornou-se parte integrante do fluxo de trabalho contábil. Hoje, muitas tarefas repetitivas — como classificação de documentos, reconciliações bancárias, conciliações e até parte da preparação fiscal — já estão sendo automatizadas por sistemas capazes de analisar grandes volumes de dados e sugerir respostas com altos níveis de precisão. Essa mudança não significa que a IA está substituindo o profissional contábil: ela está liberando tempo dos contadores para se concentrarem em atividades de maior valor, como análise estratégica, planejamento tributário e consultoria empresarial, elevando o papel do contador de executor de rotinas a conselheiro de negócios. A expectativa para 2026 é que ferramentas de IA se tornem ainda mais integradas, permitindo aos escritórios ganharem eficiência sem sacrificar a qualidade do serviço e promovendo um novo perfil profissional mais analítico, estratégico e tecnológico.

Inteligência Artificial e Automação: O Motor das Novas Práticas

Em pleno 2026, a inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para se tornar parte do cotidiano dos escritórios. Hoje, uma grande parcela de contadores utiliza IA diariamente para agilizar tarefas repetitivas, reduzir cargas de trabalho pesado e abrir espaço para atividades de maior valor agregado. Isso inclui: classificação automática de documentos, análise de dados, detecção de inconsistências fiscais, preenchimento de rotinas de conciliação e até sugestões de diagnóstico financeiro com base em padrões históricos. Segundo dados recentes, cerca de 81% dos contadores relatam que a IA aumenta a produtividade, permitindo que eles se afastem de tarefas operacionais e se concentrem em serviços consultivos de alto valor. Mas a evolução não para por aí. 2026 marca a entrada da chamada “Agentic AI” — uma geração de inteligência artificial que não responde só perguntas ou sugere textos, mas executa ações completas: responde e-mails, atualiza registros, programa rotinas e resolve tarefas automáticas com mínima intervenção humana. Essa mudança é gigantesca porque transforma a IA de uma ferramenta passiva em uma assistente operativa, capaz de reduzir retrabalhos e agilizar fluxos com independência — desde que bem supervisionada.

Contabilidade digital: automação, IA e o futuro da profissão

A contabilidade mudou MUITO: Sistemas em nuvem Integrações automáticas Robôs fiscais Inteligência artificial Análise de dados Você pode falar: ✔ Como a tecnologia ajuda empresas✔ O novo papel do contador (consultor)✔ Vantagens da contabilidade digital✔ Redução de erros manuais✔ Atendimento mais estratégico

Mercado em foco: guia salarial destaca as tendências.

Um levantamento da Consultoria LHH revela um mercado com variação salarial, mas com um forte desejo de permanência dos profissionais em seus empregos: mais de 70% indicam essa intenção. O estudo também aponta para uma mudança nos modelos de atração e retenção, que ascendem à prioridade estratégica nas organizações. O Guia Salarial 2025, elaborado pela LHH a partir de uma pesquisa com mais de 30 mil funcionários em 23 países, abrangendo diversos setores, funções e portes de empresas, busca apresentar ao mercado as principais transformações em curso e futuras. A retenção de talentos, a agenda ESG e a crescente influência da Inteligência Artificial (IA) emergem como desafios centrais para o futuro do trabalho. Gustavo Coimbra, Diretor da LHH Brasil, destaca a constante evolução do mercado global e o dinamismo e competitividade do ambiente profissional brasileiro, impulsionado pela alta adesão às redes sociais, como o terceiro maior número de usuários do LinkedIn. O estudo da LHH indica que a média salarial já retornou aos níveis pré-pandemia, e em alguns casos, os superou. Contudo, Coimbra aponta para um novo fenômeno econômico, a “vibecessão”, onde o pessimismo persiste apesar de indicadores positivos, influenciado pelo cenário político, tanto no Brasil quanto globalmente, como as recentes discussões sobre taxação nos Estados Unidos. Essa incerteza pode contribuir para que 73% dos profissionais pesquisados planejem permanecer em seus empregos no próximo ano. “Essa é uma boa notícia para as organizações, porém, estas devem ficar atentas, pois 47% deles estão de olho em novas vagas e 33% pensam em seu plano de carreira diariamente”, alerta o diretor. Ele enfatiza a necessidade da liderança em promover treinamentos para o desenvolvimento de habilidades, construindo uma força de trabalho mais diversa e versátil, especialmente em relação à IA. A pesquisa demonstra que, com a crescente automação de tarefas pela IA e machine learning, os colaboradores precisam integrar essas tecnologias em suas funções atuais e nas novas que surgirão. Um dado positivo é que 65% dos entrevistados acreditam que a digitalização terá um impacto positivo em seus empregos, indicando uma menor preocupação com a substituição em comparação com o início da discussão sobre IA. Para garantir essa segurança, a liderança precisará investir no desenvolvimento de habilidades. Coimbra ressalta que 51% dos profissionais que desejam permanecer em seus empregos atuais condicionam essa decisão à progressão na carreira e a iniciativas de aprimoramento de suas habilidades. Outro ponto crucial levantado pelo estudo é a agenda ESG, com foco na inovação. O Guia aponta que equipes inclusivas tomam decisões melhores em 87% das vezes, conquistam 15% mais clientes e aumentam sua participação no mercado. Essas equipes também são 8 vezes mais propensas a alcançar melhores resultados e 6 vezes mais inclinadas à inovação e agilidade. “Estamos falando de um caminho sem volta e ainda complexo quando comparamos a visão dos dois lados. Nosso Guia detectou que 91% dos empregadores acham que suas organizações fazem o suficiente para promover a diversidade no local de trabalho, porém 61% dos colaboradores acham que suas empresas poderiam fazer mais”, adverte Coimbra. Diante desse panorama, Gustavo Coimbra salienta que as organizações enfrentam o desafio primordial de desenvolver líderes melhores para, consequentemente, desenvolver talentos. Adaptabilidade digital, comunicação empática e inteligência emocional e social se tornam essenciais para a liderança. O estudo revela que mais de 50% dos funcionários dependem de seus empregadores e gerentes para entender e se preparar para a evolução de seus empregos, evidenciando o desafio para as organizações e suas lideranças. Coimbra conclui que o estudo demonstra claramente a sobreposição de valores intangíveis aos tangíveis, como a remuneração isolada. Flexibilidade no trabalho, modelos híbridos e remotos e, principalmente, a perspectiva de desenvolvimento de habilidades são os fatores mais relevantes atualmente. “É um novo momento, uma nova era e não vai parar por aí”, afirma. Para ele, a pesquisa deixa explícito que as organizações devem aprimorar suas percepções e, sobretudo, preparar os colaboradores para as mudanças cada vez mais constantes trazidas pela IA e pela transformação digital, incentivando o desenvolvimento de soft skills como adaptabilidade, pensamento crítico e funcionalidade executiva. “É preciso engajar cada um nesse conceito, pois eles estão abertos a isso. Então, treinamentos regulares para progredir na carreira e a promoção de planos de carreira não lineares serão primordiais para a retenção de talentos e equipes com bom desempenho”, finaliza.

Auditoria Turbinada: O Poder da Inteligência Artificial

Tradicionalmente, a auditoria envolve uma análise sistemática de produtos, serviços, setores, resultados financeiros, despesas, registros e demonstrações contábeis. Essa função crítica, essencial para garantir a conformidade fiscal e a integridade das empresas, encontra na IA uma aliada poderosa. A IA emerge como um recurso valioso, auxiliando e executando parcelas significativas do trabalho do auditor com notável velocidade e eficácia. Sua capacidade de compreender, interpretar e gerar conteúdo com uma margem de erro ínfima a coloca em uma trajetória de crescimento constante e promissor. Essa sofisticação, aliada à sua crescente acessibilidade, abre um leque de oportunidades para otimizar a eficiência e a lucratividade na área. A inteligência artificial não apenas aprimora a exatidão das auditorias, mas também mitiga falhas humanas e automatiza tarefas repetitivas, acelerando consideravelmente o fluxo de trabalho do auditor. Para Fernando Flauto, sócio de IT GRC, Cyber Security & IT Advisory da Ecovis WFA, renomada empresa de auditoria no Brasil, “a implementação da IA nos processos de auditoria está revolucionando a forma como as verificações e análises são conduzidas. A IA consegue processar e analisar volumes massivos de dados financeiros e operacionais com uma rapidez e abrangência muito superiores à capacidade humana. Isso permite identificar padrões, anomalias, tendências e outliers em conjuntos de dados muito maiores, transcendendo as limitações das tradicionais amostragens.” Nesse contexto, a IA facilita a integração de sistemas outrora isolados, otimizando o intercâmbio de informações e a análise de grandes volumes de dados. Como bem aponta Fernando Flauto, essa capacidade permite a detecção de padrões sutis que poderiam escapar à análise humana, além de aliviar a carga de trabalho manual. Contudo, é crucial ressaltar que a IA não opera de forma autônoma. Ela requer supervisão profissional para assegurar a integridade dos resultados. Atualmente, sua aplicação visa primordialmente facilitar e agilizar as tarefas manuais. Nas palavras de Fernando Flauto, “a IA não busca substituir integralmente o auditor, mas sim potencializar suas habilidades. Ela se configura como uma ferramenta poderosa que viabiliza auditorias mais inteligentes, eficientes, focadas em riscos e com uma capacidade ampliada de gerar insights valiosos para as organizações.” A adoção da inteligência artificial transcende a mera tendência tecnológica, configurando-se como uma necessidade premente para a competitividade no mercado atual. A incorporação da IA nas auditorias não se restringe a uma questão de tecnologia, mas também de responsabilidade. É imperativo harmonizar a inovação com a ética, garantindo que a implementação dessa tecnologia observe rigorosamente os padrões de segurança e privacidade. Fonte: Mengucci Imprensa e Mídia

Setor de Energia: A Transformação com ERP e Inteligência Artificial

O setor de energia brasileiro vislumbra um futuro promissor, impulsionado pela expansão acelerada da matriz elétrica, conforme projeções da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para 2025. Os números recordes de potência instalada em 2023 e 2024 (10.316 MW e 10.792 MW, respectivamente) sinalizam um ritmo de crescimento que se confirma com a liberação de empreendimentos em diversas regiões do país já no primeiro mês do ano. Adicionalmente, o vasto potencial das energias renováveis e a crescente demanda por sustentabilidade injetam ainda mais otimismo no segmento. Entretanto, este cenário de oportunidades também traz consigo desafios e a necessidade de investimentos significativos para prosperar em um mercado cada vez mais competitivo. Nesse contexto, a tecnologia emerge como um pilar fundamental para estruturar os novos caminhos do setor energético. A implementação de redes inteligentes e medidores bidirecionais, por exemplo, empodera os consumidores com o acompanhamento em tempo real de seu consumo. Internamente, as comercializadoras de energia apostam em tecnologias inovadoras para otimizar custos operacionais e aprimorar a tomada de decisões através de uma gestão de dados mais eficiente. Inteligência Artificial e ERP: O Futuro da Gestão Energética e Financeira Nesta era de crescente digitalização, a Inteligência Artificial (IA) assume o protagonismo, oferecendo soluções cruciais para otimizar a gestão energética e prever padrões de consumo com uma precisão inédita. Paralelamente, as empresas do setor reconhecem a urgência de fortalecer seus pilares financeiro e fiscal, evitando que se tornem gargalos na prestação de serviços aos consumidores e no relacionamento com as autoridades tributárias, especialmente com a proximidade das primeiras mudanças da Reforma Tributária em 2026. Para Renato Halt, Co-Founder da B2Finance, a Inteligência Artificial será um marco divisório para o crescimento e a consolidação das empresas do setor de energia. Ele enfatiza que, nesta acirrada competição, as organizações que adotarem a IA primeiro conquistarão uma vantagem significativa. Além da agilidade, as soluções baseadas em IA ou que integram ERP e IA garantem um alicerce essencial para o mercado: a segurança e a integridade dos dados. “O setor de energia é a base para o crescimento econômico global, e o investimento na evolução sustentável da matriz energética é intrínseco a esse desenvolvimento. Essa centralidade impõe uma responsabilidade ainda maior a todos os integrantes dessa cadeia, e as soluções inteligentes surgem para oferecer a estabilidade, segurança e eficiência que o segmento demanda. Do ponto de vista financeiro, enxergamos a próxima tendência como a união entre ERP e IA Generativa, um investimento necessário para o amadurecimento operacional e a integridade das informações do sistema”, salienta Halt. Em um panorama repleto de oportunidades, a precisão dos dados como guia para as decisões se traduz diretamente em maiores chances de crescimento. O investimento em inovação é uma realidade transversal a todos os setores, e o de energia não será exceção. Para conhecer soluções ERP com IA Generativa, visite o site da B2Finance, especialista em terceirização de serviços contábeis, fiscais e financeiros: www.b2finance.com. Por Trópico Comunicação

Como automação e IA estão transformando cálculos judiciais em 2025.

O setor de cálculos judiciais está no limiar de uma transformação significativa. Em 2025, ferramentas como automação, inteligência artificial (IA) e machine learning prometem redefinir a forma como cálculos complexos são realizados e gerenciados. Quem não acompanhar essas mudanças corre o risco de ficar para trás em um mercado cada vez mais competitivo e tecnológico. O uso da inteligência artificial (IA) no setor jurídico, embora ainda incipiente no Brasil, vem ganhando força e promete transformar significativamente o mercado. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), startups especializadas projetam que a IA pode aumentar a produtividade em até 90% em tarefas operacionais, como a degravação de áudios e vídeos, que tradicionalmente demandam dias de trabalho. Com soluções automatizadas, como a oferecida pela plataforma Celeste AI, esse processo pode ser concluído em minutos, liberando profissionais para focar em atividades estratégicas e impulsionando a eficiência dentro dos departamentos jurídicos.   Por que levar horas para finalizar um cálculo cível se podemos ter resultados precisos em questão de minutos? Esse salto de eficiência é apenas o começo. Com o avanço da IA, será possível prever resultados e sugerir soluções baseadas em dados históricos, substituindo por completo processos manuais e suscetíveis a erros. Ferramentas especializadas garantirão que os cálculos sejam não apenas mais rápidos, mas também mais confiáveis e seguros. Entre os maiores desafios do setor estão a complexidade dos cálculos judiciais, a necessidade de conformidade regulatória e a proteção dos dados. No entanto, a tecnologia vem para enfrentar essas barreiras. A automação reduz significativamente os erros, enquanto sistemas integrados de compliance asseguram que todas as exigências legais sejam atendidas. Além disso, soluções robustas de cibersegurança, como criptografia avançada e auditorias regulares, tornam-se essenciais para proteger informações sensíveis. Mudanças regulatórias previstas para 2025 também terão um impacto profundo, com exigências ainda mais rigorosas de precisão, transparência e proteção de dados. Empresas que se adaptarem rapidamente a essas novas demandas estarão em uma posição estratégica para prosperar.   Para organizações que ainda estão em fase inicial de transformação tecnológica, a recomendação é começar com uma análise detalhada das suas necessidades e capacidades atuais. Em seguida, implementar soluções tecnológicas de forma gradual e estratégica. Parcerias com fornecedores especializados podem acelerar esse processo e assegurar que as mudanças ocorram sem comprometer a qualidade dos cálculos.   À medida que a digitalização avança, práticas rigorosas de proteção de dados são imprescindíveis. Adotar medidas como autenticação multifator, firewalls robustos e auditorias regulares será essencial para garantir a integridade e a confidencialidade das informações. As tendências que se desenham para 2025 têm o potencial de transformar radicalmente a área de cálculos judiciais. Ferramentas de automação e IA permitirão maior eficiência, enquanto a segurança de dados será o grande diferencial para empresas que desejam liderar o mercado. A digitalização não é apenas uma tendência, mas uma realidade que veio para ficar. Sua empresa está preparada para os desafios tecnológicos de 2025? Adotar essas inovações não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma necessidade para se manter relevante no mercado em constante evolução.

Novo CNPJ: mais um capítulo na saga da transformação digital dos bancos

Com a evolução do Pix e do Open Finance, bancos, instituições de pagamentos e seguradoras enfrentam agora um novo desafio: adaptar seus sistemas para receber, processar e armazenar o novo formato do CNPJ, que passará a ser alfanumérico a partir de julho de 2026, conforme anunciado pela Receita Federal do Brasil (RFB). De acordo com Camille Ocampo, diretor executivo da Capco, essa mudança é especialmente complexa porque impacta diretamente as operações essenciais das instituições, como seus programas e bancos de dados. “O maior desafio está em adequar sistemas existentes, o que pode ser mais arriscado do que a implementação de novas soluções, como foi o caso do Pix, que se integra aos sistemas já estabelecidos”, afirma. Recentemente, a RFB divulgou a Instrução Normativa nº 2229, que estabelece o novo formato alfanumérico para o CNPJ. A mudança é necessária devido à alta demanda por novos números de CNPJ, já que o modelo atual oferece 100 milhões de combinações e 60 milhões já estão em uso. Se a demanda continuar crescente, o sistema atual pode se esgotar até 2033. Ocampo destaca que um dos principais riscos para as instituições financeiras é a necessidade de modificar códigos antigos em seus sistemas, que muitas vezes não têm documentação atualizada. Isso pode dificultar a identificação das alterações necessárias e gerar erros, comprometendo o funcionamento dos sistemas e das bases de dados. Para ajudar a enfrentar esse desafio, a Inteligência Artificial Generativa se apresenta como uma importante aliada. “Em nossos projetos, utilizamos um framework que aplica IA Generativa para simplificar a identificação de alterações nos códigos, facilitar a atualização da documentação e melhorar os testes de segurança. Isso reduz riscos e acelera a entrega”, explica Ocampo. Embora o processo de adaptação, testes e implementação segura para operar com o novo CNPJ leve meses, algumas instituições já começaram a se preparar, o que facilitará a transição quando a mudança for oficialmente implementada em 2026.