OAB Reafirma Proibição de Sociedades de Advogados.

O Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu, por unanimidade, rejeitar a criação de sociedades de advogados na forma de cooperativa. A deliberação mantém intacto o inciso X do artigo 2º do Provimento nº 112/2006, que já previa essa vedação. A decisão referenda o entendimento de que a advocacia possui uma natureza jurídica singular, de caráter técnico, pessoal e social, que não pode ser enquadrada como atividade econômica. Os Argumentos Centrais da OAB O tema foi conduzido pelo relator, o conselheiro federal Francisco Maurício Rabelo de Albuquerque Silva (PE), cujo voto foi acolhido integralmente. O relator enfatizou que a manutenção da norma reafirma o compromisso da OAB com a ética e a preservação da natureza institucional da profissão. O principal argumento jurídico para a proibição é que o Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/1994) já define, taxativamente, os únicos tipos societários permitidos: a Sociedade Simples de Advogados e a Sociedade Unipessoal de Advocacia. Além disso, Francisco Maurício ressaltou o conflito de natureza: “Esta Instituição defende intransigentemente que a advocacia não pode ser confundida com nenhuma atividade econômica“, disse o relator, destacando que a Lei das Cooperativas (Lei nº 5.764/71), em seu artigo 3º, define cooperativa como uma atividade justamente de natureza econômica. A Proposição Rejeitada A questão chegou ao Plenário a partir de uma proposta do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB), que sugeria a revogação do dispositivo. A iniciativa do IAB era fundamentada na busca por melhores condições de remuneração e atuação para os advogados, apelando para os princípios constitucionais da liberdade associativa e o marco legal do cooperativismo. No entanto, a OAB entendeu que, embora o cooperativismo seja um modelo legítimo de organização, sua aplicação à advocacia não encontra amparo legal devido ao seu caráter não mercantil. Resumo das Mudanças: Título e Subtítulo mais focados e informativos. Uso de Marcadores de Seção (Headings) para organizar o conteúdo (Argumentos Centrais e Proposição Rejeitada). Destaque em negrito dos termos-chave (como OAB, cooperativas, natureza institucional e tipos societários). Linguagem mais direta para transmitir a notícia e a controvérsia.

Reforma tributária 2025: o que muda na contabilidade da sua empresa

Em 2025, o cenário tributário brasileiro está passando por reformas importantes que impactam diretamente a contabilidade das empresas. A Lei Complementar 214/2025 regulamentou avanços na Emenda Constitucional 132/2023, que estabeleceu novos tributos como a Imposto sobre Bens e Serviços – IBS (a ser implementado nos estados e municípios) e a Contribuição sobre Bens e Serviços – CBS (em âmbito federal). KPMG+3Portal Contabeis+3Serviços e Informações do Brasil+3 Para o setor contábil, essas mudanças não são só no nível das obrigações acessórias: mudam processos, sistemas de emissão de notas, registro de tributos e fluxo de caixa. Empresas que se anteciparem estarão em vantagem. Portal ContabeisPor exemplo: A versão 1.10 da Nota Técnica 2025/002 já estabelece ajustes na emissão de NF-e e NFC-e para MEI e empresas optantes pelo Simples Nacional, com vigência escalonada para 2026/2027. Portal Contabeis A automação de tarefas contábeis e a migração para sistemas integrados e inteligentes passam a ser cada vez mais urgentes. O papel do contador deixa de ser apenas operacional para se tornar estratégico. Portal Contabeis+1 Se a sua empresa ainda não revisou seus sistemas, processos ou não conversou com o contador sobre esse novo contexto, o momento é agora. Adaptar-se com antecedência ajuda a evitar problemas como rejeição de documentos fiscais, autuações ou perdas de créditos tributários. Nesse sentido, a ACJ Contábil está pronta para apoiá-lo: analisamos o impacto da reforma, orientamos sobre adequações e ajudamos a garantir que sua rotina contábil esteja preparada para esse novo cenário.

Reguladores e Fiscalizadores em Ação: O Painel Essencial de Transparência e Sustentabilidade para a Pré-COP 30.

Profissionais da Contabilidade, em seus mais diversos segmentos, reuniram-se na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em Brasília (DF), para o evento “Rumo à COP30 – Contabilidade: Transparência para um Futuro Sustentável”. Um dos pontos altos do encontro foi o painel que colocou em debate a transparência e a sustentabilidade sob a ótica do papel crucial dos órgãos normativos e fiscalizadores a nível nacional, pilares para a construção de um futuro sustentável. Com mediação de Rogério Mota, diretor-técnico do Instituto de Auditoria Independente do Brasil (Ibracon), o debate reuniu representantes do Banco Central (BC), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Ministério da Fazenda, Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do International Auditing and Assurance Standards Board (IAASB). As apresentações abordaram desde as normas contábeis e financeiras para as finanças sustentáveis até a integração de riscos climáticos e ESG na regulação.   Destaques e Perspectivas dos Reguladores 1. Banco Central: Pioneirismo e Combate ao Greenwashing A primeira a apresentar foi Camila Baigorri, chefe da Divisão de Regulação Contábil do BC, que relembrou o pioneirismo da autarquia. O BC, em 2014, já determinava que as instituições financeiras adotassem políticas socioambientais, colocando o Brasil na vanguarda internacional da regulação verde. Camila justificou a importância das iniciativas de divulgação na fundamentação econômica, buscando informações transparentes, confiáveis e úteis para a tomada de decisões. O objetivo principal é duplo: mitigar práticas de greenwashing, estabelecendo uma disciplina de mercado, e induzir as instituições a incorporarem critérios ESG, tornando-se mais resilientes aos efeitos climáticos e gerando desenvolvimento equilibrado. 2. CVM: Integração e Coesão nas Divulgações Na sequência, o superintendente geral da CVM, Alexandre Pinheiro, enfatizou a importância de uma integração sistêmica e coesa das informações e divulgações nos relatórios. Ele defendeu que os relatórios devem comunicar ao investidor uma informação global sobre o empreendedor, abrangendo riscos e oportunidades no campo da sustentabilidade. “É preciso que o que há de central nos relatórios contemple e comunique o que pode ser levado a qualquer usuário ou qualquer investidor […] para um processo consciente e informado para suas decisões de investimento”, afirmou Pinheiro. 3. Ministério da Fazenda: Plano de Transformação Ecológica A Subsecretária de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Ministério da Fazenda, Cristina Froes, trouxe a visão do Governo Federal. Ela detalhou o Plano de Transformação Ecológica do Ministério, focado em incentivos econômico-financeiros. A Subsecretária deu ênfase a duas políticas importantes do eixo Finanças Sustentáveis: a regulamentação do mercado de carbono e a taxonomia sustentável brasileira. Cristina reconheceu que a implementação dessas políticas trará muitos desafios para o ambiente contábil e para os auditores independentes, mas salientou que são “casos de sucesso” resultantes da escolha da sociedade por meio de audiência pública. 4. ANA: A Regulação do Saneamento A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) foi representada por Diego Ribeiro, Coordenador de Regulação Contábil, que explicou o funcionamento da Agência. Ribeiro abordou as Metas de Universalização dos Serviços de Água e Esgoto no Brasil e como a ANA atua na regulação contábil das companhias para o alcance desses propósitos, mencionando os grandes desafios inerentes ao projeto. 5. IAASB: Consolidação Global Para finalizar, Amaro Gomes, membro do IAASB, consolidou os debates ao reforçar o papel essencial da regulação para o funcionamento justo e eficiente da economia e para o desenvolvimento de longo prazo. Ele ressaltou, em especial, o papel do IAASB no estabelecimento das normas que guiam os padrões globais para os relatórios de sustentabilidade. O evento “Rumo à COP30” reforçou a contabilidade como alicerce da transparência necessária para que o Brasil avance em suas metas de sustentabilidade, contando com a firmeza da regulação nacional. O painel foi transmitido ao vivo e pode ser assistido na íntegra no canal do CFC: https://www.youtube.com/watch?v=fL_nwj1VDT4

Pequenos Negócios Digitais: A Adaptação é Agora.

A digitalização deixou de ser uma vantagem competitiva e se tornou um fator imprescindível para a sobrevivência dos pequenos negócios na economia moderna. Essa é a visão clara de Décio Lima, presidente do Sebrae, que coloca a inserção digital das micro e pequenas empresas (MPEs) como o pilar fundamental para o futuro e a competitividade do Brasil. As MPEs, que representam 95% dos CNPJs e contribuem com 30% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, são as grandes motoras da geração de emprego, renda e inclusão produtiva no país. No entanto, o avanço implacável das plataformas digitais e da Inteligência Artificial apresenta um dilema urgente para o governo e o Sebrae: como garantir que esses pequenos empreendimentos consigam seu próprio espaço. Big Techs: O Novo Latifúndio Para Décio Lima, a crescente concentração de riqueza nas grandes empresas de tecnologia é um ponto de atenção crítica. Ele traça uma analogia poderosa: “As big techs são o novo latifúndio.” “Antigamente, a riqueza estava na terra. Hoje, está concentrada nessas plataformas digitais. Essa concentração pode sufocar os pequenos, que são justamente os responsáveis por movimentar a economia e gerar inclusão”, destaca o presidente do Sebrae. O desafio atual da instituição é preparar os empreendedores brasileiros para três grandes movimentos interligados: a digitalização, a valorização da criatividade nacional e a construção de um modelo sustentável de desenvolvimento. Protagonismo na Nova Economia A missão central do Sebrae é clara: garantir que o pequeno empreendedor tenha pleno acesso às ferramentas digitais e se torne um protagonista dessa nova economia. Com a conexão à internet praticamente universalizada (98% dos pequenos empreendedores já estão na rede) e 76% deles utilizando computadores diariamente, o país já vive, segundo Lima, um novo ciclo de desenvolvimento. “Quando a economia está na mão de muitos, ela cresce, circula e combate à exclusão. Essa é a revolução que estamos vivendo com os pequenos negócios”, afirma. Criatividade Brasileira como Diferencial Competitivo Apesar dos desafios impostos pelas gigantes da tecnologia, Lima enxerga no Brasil um celeiro de criatividade capaz de transformar cultura em inovação tecnológica. Essa característica, especialmente evidente na região Nordeste, é vista como um diferencial competitivo valioso. O presidente lembra que manifestações culturais como o artesanato e os festejos populares hoje se conectam ao mundo digital, abrindo espaço para novos modelos de negócio. “É difícil encontrar um povo mais criativo que o brasileiro. O Nordeste, por exemplo, já é o segundo polo de startups do país, atrás apenas de São Paulo. Essa energia criativa precisa ser valorizada como diferencial competitivo do Brasil”, conclui Décio Lima. Publicado por Sebrae

DCNs em Pauta no 14º ENMC: O Futuro da Formação Contábil em Debate.

CFC Lidera Debate Crucial no 14º ENMC sobre a Modernização das DCNs em Ciências Contábeis   O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) reforçou seu compromisso com a excelência da formação profissional ao debater a revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em Ciências Contábeis. A discussão central ocorreu durante o 26º Painel do 14º Encontro Nacional da Mulher Contabilista (ENMC), realizado em Natal entre 24 e 26 de setembro. O painel, mediado pelo conselheiro do CFC, José Donizete Valentina, reuniu especialistas para traçar o caminho da atualização curricular. Participaram do debate: Elias Caddah, mestre em Controladoria e Contabilidade (USP) e professor da UFPI; Jucileide Leitão, Especialista em Auditoria (UFRJ); Lidiane Santos, coordenadora da Comissão de Educação do CRCTO.   A Urgência da Atualização para o Contador 4.0   Em um mercado de trabalho que evolui rapidamente com novas tecnologias e demandas estratégicas, a formação acadêmica precisa ser ágil. As DCNs servem como o guia estrutural para as instituições de ensino, definindo o conhecimento essencial que o futuro contador deve possuir. A atualização dessas diretrizes é vista como crucial para integrar temas emergentes à grade curricular, garantindo que o profissional do amanhã esteja apto para o século XXI. Entre os assuntos prioritários para inclusão estão: Inteligência Artificial (IA); Análise de Dados (Big Data); Auditoria Digital; Sustentabilidade (ESG); Ética no ambiente digital.   O Papel do CFC como Guardião da Qualidade   Como guardião da profissão, o CFC tem acompanhado ativamente a modernização do ensino contábil. O Conselho participa de grupos de trabalho e promove debates constantes com a comunidade acadêmica e instituições de ensino. O entendimento do CFC é claro: a qualidade da formação inicial é o alicerce para um profissional de excelência. Somente com DCNs atualizadas será possível formar contadores capazes de enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades de um mercado globalizado e digitalizado. Por CFC

O DAS-MEI com vencimento em 22 de setembro agora pode ser pago com cartão de crédito.

  A Receita Federal anunciou uma novidade para os microempreendedores individuais: o pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) agora pode ser feito com cartão de crédito. Com o vencimento da guia de setembro agendado para o dia 22, os mais de 12,7 milhões de MEIs no Brasil ganham mais flexibilidade para quitar suas contribuições. Essa nova modalidade está disponível na opção “Pagar Online” dentro do Programa Gerador da DAS do Microempreendedor Individual (PGMEI). A opção também vale para débitos em atraso (DAS Cobrança) e para quem ultrapassou o limite de faturamento anual de R$ 81 mil (DAS de Excesso de Receita). O Sebrae oferece ferramentas gratuitas para facilitar a emissão da guia, como seu site, aplicativo e a Central 0800. Pelo portal do Sebrae, basta fazer login para acessar o ambiente personalizado “Meu Mural”, onde é possível emitir o boleto ou o código para pagamento online, além de consultar o histórico de contribuições. O que é o DAS-MEI? O DAS-MEI é uma guia que unifica o recolhimento de impostos como INSS, ICMS e ISS em um único pagamento mensal. Seu valor é fixo, correspondendo a 5% do salário-mínimo, mais acréscimos que variam de acordo com a atividade. Para quem atua no comércio ou indústria, o acréscimo é de R$ 1, enquanto para prestadores de serviços, é de R$ 5. Quem tem atividades mistas paga um adicional de R$ 6. Por isso, o valor da guia varia de R$ 75,90 a R$ 81,90, ou entre R$ 182,16 e R$ 188,16 para o MEI Caminhoneiro. Benefícios Pagar a guia do DAS-MEI em dia é fundamental para garantir o acesso a benefícios previdenciários, como aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte e aposentadoria por idade. A perda da condição de segurado acontece quando o microempreendedor fica mais de 12 meses sem realizar o pagamento.

Seu negócio no Cerrado pode crescer com o Programa Inova Cerrado

O Programa Inova Cerrado, do Sebrae, está impulsionando empresas de bioeconomia e mudando a vida de empreendedoras como Ana Elizabeth e Kelly Luana, de Ceilândia (DF). À frente da Tom de Ébano, uma marca de produtos artesanais de bem-estar, elas usam os recursos da biodiversidade do Cerrado para criar experiências sensoriais únicas. Com o apoio do programa, a Tom de Ébano expandiu seu portfólio e inovou com um novo produto: o home spray Baunilha do Cerrado. “Conhecemos pessoas incríveis que nos apresentaram novas matérias-primas do bioma, o que abriu portas para ampliar nosso portfólio e apostar em inovação”, conta Ana. Além de técnicas que elevaram a qualidade de seus produtos, as empreendedoras conquistaram algo tão valioso quanto: uma rede de conexões. Hoje, elas têm parcerias com outras empresas e cooperativas locais, fortalecendo não só o próprio negócio, mas toda a comunidade empreendedora. A história da Tom de Ébano se une à de Natália Ofão, da marca Cuidados do Cerrado. Participante do programa, Natália começou sua jornada criando um sérum natural para tratar a própria acne. Sua receita caseira evoluiu para uma linha completa de cosméticos naturais e veganos. Ela destaca que, mais que conhecimento, ganhou uma rede de contatos valiosa. “Quando o Inova Cerrado entrou em nossa história, tudo mudou. As capacitações, mentorias e conexões abriram portas para inovação, gestão mais estratégica e práticas ainda mais sustentáveis.” Natália Ofão, empreendedora Em 2025, o programa entrou na fase de Tração. Os 220 empreendedores selecionados recebem uma bolsa de R$ 6,5 mil mensais por seis meses e participam de um processo de aceleração com workshops e mentorias individuais. Segundo a assistente da Unidade de Inovação do Sebrae, Sandra Paraíso, o auxílio financeiro permite que as empresas invistam no desenvolvimento do negócio.

Seja um cientista empreendedor: Deep Tech Summit 2025 une ciência e negócio com o apoio do Sebrae.

Impulsionadas pelo programa Catalisa ICT, 70 startups de tecnologia de ponta, as deeptechs, participarão do Deep Tech Summit 2025, o maior evento do setor no país, nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo. O Sebrae, que patrocina o evento, está no centro dessa revolução, buscando se consolidar como um dos principais players do ecossistema de inovação científica e tecnológica no Brasil. Diferente das startups tradicionais, as deeptechs surgem de descobertas científicas e de inovações de alta complexidade. Elas usam tecnologias emergentes como biotecnologia, inteligência artificial, nanotecnologia e energias limpas para resolver problemas estruturais da sociedade. Esses negócios demandam alto investimento em pesquisa e desenvolvimento, além de uma forte colaboração entre universidades e centros de pesquisa. Uma ponte entre a pesquisa e a sociedade Ao longo do evento, o Sebrae vai viabilizar a participação de mais de 70 startups deeptechs apoiadas pelo programa Catalisa ICT. Dessas, 17 estarão na exposição, apresentando suas soluções para investidores e potenciais parceiros. Segundo Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras de Futuro da Unidade de Inovação do Sebrae, “o objetivo é fortalecer a ponte entre pesquisa acadêmica, mercado e sociedade”. As deeptechs, ela explica, têm um papel estratégico para impulsionar setores como saúde, agronegócio e sustentabilidade. A presença do Sebrae no evento será destacada com a participação do diretor técnico, Bruno Quick, na mesa de abertura. O estande da instituição será um ponto de conexão com parceiros e de divulgação dos programas Catalisa ICT, Start Deeptech e IA Deeptech. Outro ponto alto da programação será a entrega do Prêmio Deeptech do Ano, que conta com a participação do Sebrae e que vai premiar a startup de maior destaque em cada setor. Além disso, o evento marcará o lançamento do Relatório das Deeptechs Brasil e LATAM, uma publicação da qual o Sebrae é parceiro. Sobre o Catalisa ICT Desde 2021, o Catalisa ICT apoia pesquisadores que transformam os resultados de suas pesquisas em negócios de impacto. O programa já acelerou 150 deeptechs no primeiro ciclo e está apoiando 316 planos de inovação para que se formalizem como negócios. “É o único programa nacional focado exclusivamente em deeptechs, com atuação em todo o país”, complementa Hulda Giesbrecht. Deep Tech Summit 2025 Data: 29 e 30 de setembro Local: Complexo Inova USP, São Paulo – SP Realização: Sebrae

Rose Morais destaca desafios trabalhistas na saúde no 33º Congresso da CMB

A participação do Conselho Federal da OAB no 33º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos foi marcada pela defesa de relações trabalhistas mais justas e adequadas à realidade do setor. A secretária-geral da OAB, Rose Morais, proferiu a palestra “Desafios atuais e principais incidências trabalhistas no setor da saúde”, onde analisou os principais riscos e desafios do setor. Entre os temas abordados, destacam-se: Inclusão Combate ao assédio Saúde mental Segurança no trabalho Impactos do piso salarial da enfermagem Rose Morais enfatizou a importância da colaboração entre advogados, gestores hospitalares e autoridades públicas para garantir a segurança jurídica e a inovação na gestão de pessoas. O seminário jurídico, promovido pela Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), integra a programação oficial do congresso, que reúne especialistas de todo o país para discutir o futuro do setor filantrópico no SUS.

Locais de prova da 1ª fase do 44º Exame da OAB já estão disponíveis

A Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado e a Comissão Nacional do Exame de Ordem da OAB divulgaram os locais de prova da 1ª fase (prova objetiva) do 44º Exame de Ordem Unificado (EOU). A prova será aplicada no dia 17 de agosto, com início às 13h e término às 18h, seguindo o horário oficial de Brasília. Fique atento, pois os portões das unidades de aplicação serão fechados pontualmente às 12h30. Para consultar seu local de prova, você pode acessar a página de acompanhamento do Exame de Ordem. A OAB Nacional recomenda que todos os candidatos cheguem ao local com, no mínimo, uma hora e meia de antecedência do horário de início da prova. O gabarito preliminar da prova será divulgado no mesmo dia. Para mais detalhes, acesse: Consulta individual aos locais da prova objetiva (1ª fase) Edital – locais e horário de realização da prova objetiva (1ª fase) A OAB Nacional deseja a todos uma boa prova!