📢 Simples Nacional, Dirbi e outros tributos vencem nesta quinta-feira (20): confira a agenda completa e evite multas

Agosto de 2026 chegou com uma das semanas mais movimentadas do calendário tributário. Nesta quinta-feira, dia 20 de agosto, vencem simultaneamente várias obrigações federais que exigem atenção redobrada de empresários e contadores. Se você é optante pelo Simples Nacional, MEI, ou tem empresa enquadrada em Lucro Presumido ou Lucro Real, este texto é para você. A concentração de prazos no mesmo dia não é coincidência: a Receita Federal concentra boa parte dos vencimentos mensais no dia 20. O problema é que, quando vários tributos caem na mesma data, aumenta o risco de esquecimento, atraso e, consequentemente, de multas e juros que pesam no bolso. Por isso, preparamos um guia completo com tudo o que vence nesta quinta, quem está obrigado, quais as consequências do atraso e como se organizar para não errar. 📌 O que vence nesta quinta-feira (20/08/2026) 1. DAS – Simples Nacional (apuração de julho/2026) O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) reúne, em uma única guia, oito tributos: IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição Previdenciária Patronal (CPP). Empresas optantes pelo Simples Nacional, incluindo o MEI (SIMEI), devem quitar o DAS referente à competência de julho de 2026 até o dia 20. O pagamento é feito pelo PGDAS-D (Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional), disponível no Portal do Simples Nacional. ⚠️ Importante: o vencimento do dia 20 não é prorrogado para o dia útil seguinte quando cai em dia útil. Como o dia 20 de agosto é uma quinta-feira, o prazo é exatamente hoje. 2. PGDAS-D – Declaração do Simples Nacional (apuração de julho/2026) Além do pagamento, é obrigatório gerar e transmitir o PGDAS-D referente a julho de 2026. A declaração apura os valores devidos e é condição para a emissão do DAS. Mesmo que a empresa não tenha faturamento no mês, a declaração pode ser necessária conforme a situação — por isso, sempre confirme com seu contador. 3. DIRBI – Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades (referência junho/2026) A DIRBI é uma declaração relativamente nova, instituída pela Instrução Normativa RFB nº 2.198/2024, e obriga as empresas a informarem à Receita Federal os benefícios, incentivos, renúncias e imunidades de natureza tributária que usufruem. Nesta quinta vence a DIRBI referente ao período de junho de 2026. O prazo é o 20º dia do segundo mês subsequente ao período de apuração. ⚠️ Quem está obrigado: pessoas jurídicas que usufruem de benefícios fiscais como, por exemplo, incentivos de ICMS, subvenções, imunidades, entre outros. A não entrega ou a entrega em atraso gera multa. 4. Contribuições previdenciárias (INSS) – competência julho/2026 Também vencem no dia 20 as contribuições previdenciárias devidas pela empresa sobre a remuneração dos empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais, referentes a julho de 2026. Isso inclui empresas do Simples Nacional (contribuição sobre folha) e demais regimes. 5. DAS – MEI (SIMEI) O microempreendedor individual também tem vencimento hoje: a guia mensal do DAS SIMEI, referente a julho de 2026, deve ser paga até o dia 20. O valor é fixo e varia conforme a atividade (comércio, indústria, serviço ou transporte). 📋 Outros tributos que merecem atenção em agosto Além do dia 20, o mês de agosto de 2026 concentra outras obrigações importantes que você não pode deixar passar: EFD-Reinf (julho/2026) – venceu em 17/08 (segunda-feira) DCTFWeb – último dia útil do mês (31/08) DME, DOI e DeCripto – 31/08 FGTS – dia 7 IRPJ e CSLL – conforme regime de apuração (trimestral ou estimativa mensal) PIS e COFINS – conforme regime O dia 31 de agosto, último dia útil do mês, concentra cinco compromissos, incluindo a DCTFWeb. Ou seja: quem se organizar bem nesta semana já sai na frente. ⚠️ O que acontece se eu atrasar? Atraso no pagamento de tributos federais gera consequências imediatas: Multa de mora de 0,33% ao dia, limitada a 20% do valor do tributo Juros calculados pela taxa Selic acumulada Multa de ofício (quando houver lançamento de ofício pela fiscalização), que pode chegar a 75% Para declarações como a DIRBI, multa específica por atraso na entrega Restrições no parcelamento e dificuldade de obter certidões negativas Risco de inclusão em dívida ativa e protesto No caso do Simples Nacional, o atraso também pode impactar a regularidade fiscal, essencial para emissão de certidões, participação em licitações e obtenção de financiamentos. ✅ Como se organizar e evitar dor de cabeça Confira a agenda completa do mês com seu contador logo no início de cada mês Separe os valores com antecedência, evitando surpresas no dia do vencimento Mantenha a contabilidade em dia para que o PGDAS-D e o DAS sejam gerados corretamente Não deixe para a última hora – sistemas podem ficar lentos no dia do vencimento Verifique se sua empresa está obrigada à DIRBI – é uma obrigação nova e muitas empresas ainda não sabem que precisam entregar Guarde os comprovantes de pagamento e transmissão por pelo menos 5 anos 💡 Por que isso importa para o seu negócio? A gestão tributária não é só pagar imposto: é pagar certo, no prazo e sem desperdício. Empresas que se organizam evitam multas desnecessárias, mantêm a regularidade fiscal e ganham previsibilidade financeira. Em um cenário de reforma tributária em andamento, com novas obrigações surgindo (como a própria DIRBI), estar bem assessorado faz toda a diferença. Aqui na ACJ Contábil, acompanhamos diariamente o calendário de obrigações de cada cliente, garantindo que nenhum prazo seja perdido e que cada tributo seja apurado corretamente, dentro do regime tributário mais adequado ao seu negócio. Se você ainda não sabe se está obrigado à DIRBI, se tem dúvidas sobre o DAS ou se quer revisar a saúde fiscal da sua empresa, fale com a nossa equipe. Estamos prontos para cuidar disso por você.

📊 Sonegação fiscal das empresas cai para 9,9% em 2025, aponta estudo do IBPT

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) revelou uma notícia positiva para o ambiente empresarial brasileiro: a sonegação fiscal das empresas caiu para 9,9% em 2025, representando um dos menores índices registrados nos últimos anos. Esse resultado demonstra uma evolução importante no cumprimento das obrigações tributárias e reflete fatores como a modernização dos sistemas de fiscalização, o avanço da transformação digital, o cruzamento automático de informações pelos órgãos governamentais e a maior conscientização dos empresários sobre a importância da conformidade fiscal. 📌 O que significa essa redução? A diminuição da sonegação indica que um número maior de empresas está realizando corretamente a emissão de documentos fiscais, o recolhimento de tributos e o envio das obrigações acessórias. Além de reduzir riscos de autuações e multas, essa postura fortalece a credibilidade do negócio perante fornecedores, instituições financeiras e o mercado. Outro fator relevante é o aumento da utilização de ferramentas eletrônicas, como Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Escrituração Fiscal Digital (EFD), eSocial, DCTFWeb e demais plataformas integradas, que tornam o controle fiscal mais eficiente e dificultam inconsistências nas informações prestadas ao Fisco. 💡 Quais são os benefícios para empresas que mantêm a regularidade fiscal? ✔️ Evitam multas e penalidades; ✔️ Reduzem o risco de fiscalizações e autuações; ✔️ Possuem maior segurança jurídica; ✔️ Facilitam a obtenção de crédito e financiamentos; ✔️ Conseguem participar de licitações e fechar contratos com mais facilidade; ✔️ Transmitem maior confiança para clientes e parceiros comerciais. Embora o cenário seja positivo, especialistas reforçam que manter a empresa em conformidade exige atenção constante às mudanças na legislação tributária e ao cumprimento dos prazos fiscais. Contar com uma assessoria contábil especializada é fundamental para garantir que todas as obrigações sejam cumpridas corretamente. 📲 Manter a regularidade fiscal não é apenas uma obrigação legal: é uma estratégia que fortalece a saúde financeira, aumenta a competitividade e contribui para o crescimento sustentável da empresa.

Compliance Trabalhista em 2026: por que as empresas não podem mais tratar a legislação como uma simples obrigação burocrática

Em 2026, o compliance trabalhista deixou de ser apenas um conjunto de obrigações legais para se tornar uma estratégia indispensável para empresas que desejam crescer com segurança. Em um cenário de constantes mudanças na legislação, aumento da fiscalização eletrônica e cruzamento de informações pelos órgãos públicos, manter processos trabalhistas organizados já não é um diferencial — é uma necessidade. A transformação digital acelerou significativamente a forma como o governo monitora as empresas. Informações enviadas por meio do eSocial, DCTFWeb, FGTS Digital e demais sistemas são constantemente cruzadas, permitindo que inconsistências sejam identificadas com muito mais rapidez. Erros que antes poderiam passar despercebidos por anos agora podem ser detectados em poucos dias, aumentando os riscos de autuações, multas e ações trabalhistas. Nesse contexto, o compliance trabalhista passou a envolver muito mais do que cumprir prazos. Ele exige que a empresa tenha processos internos bem definidos, documentação organizada e políticas claras para contratação, demissão, controle de jornada, concessão de férias, benefícios, medicina e segurança do trabalho, além da correta gestão da folha de pagamento. Outro ponto que ganhou ainda mais relevância em 2026 é a prevenção de riscos. Empresas que investem em auditorias internas, revisão periódica dos procedimentos e treinamentos para gestores conseguem reduzir significativamente problemas relacionados ao descumprimento da legislação. A prevenção custa muito menos do que lidar com processos judiciais, indenizações ou penalidades administrativas. A documentação também passou a ser um dos pilares do compliance. Contratos de trabalho, recibos, controles de ponto, exames ocupacionais, documentos relacionados à saúde e segurança do trabalho e registros de alterações contratuais precisam estar completos, atualizados e facilmente acessíveis. Em uma fiscalização ou ação judicial, a ausência desses documentos pode gerar prejuízos expressivos para a empresa. Além disso, questões relacionadas à proteção de dados dos colaboradores continuam exigindo atenção especial. O tratamento das informações pessoais deve respeitar a legislação vigente, garantindo segurança, confidencialidade e utilização adequada dos dados coletados durante toda a relação de trabalho. As empresas também precisam acompanhar constantemente as atualizações na legislação trabalhista e previdenciária. Pequenas mudanças em procedimentos internos podem gerar impactos relevantes na folha de pagamento, nas obrigações acessórias e na forma de cumprir as exigências legais. Por isso, contar com uma assessoria contábil e trabalhista especializada faz toda a diferença para manter a empresa em conformidade. Mais do que evitar multas, o compliance trabalhista fortalece a imagem da empresa perante colaboradores, clientes, fornecedores e investidores. Organizações que demonstram responsabilidade, transparência e respeito às normas transmitem maior credibilidade ao mercado e criam um ambiente de trabalho mais seguro e produtivo. Em 2026, a mensagem é clara: empresas que deixam o compliance trabalhista em segundo plano assumem riscos cada vez maiores. Já aquelas que investem em organização, prevenção e acompanhamento profissional conseguem transformar a conformidade legal em uma vantagem competitiva. Sua empresa está preparada para essa nova realidade? Revisar processos hoje pode evitar grandes problemas amanhã. O apoio de uma contabilidade especializada é fundamental para garantir que todas as obrigações trabalhistas sejam cumpridas com segurança, eficiência e tranquilidade.

📰 Extinção da DIRF consolida integração entre obrigações

A DIRF deixa de existir e suas informações passam a ser totalmente absorvidas por outras obrigações digitais. 👉 Análise mais profunda:Isso elimina redundância de declarações, mas aumenta o nível de exigência na qualidade dos dados. 👉 Impacto prático: Informações precisam bater entre eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb Não existe mais “ajuste posterior” via declaração separada Fiscalização se torna automática 👉 Risco:Erros pequenos agora podem gerar inconsistências sistêmicas maiores.

📰 DCTFWeb passa a aceitar acesso via gov.br e amplia formas de transmissão

A Receita Federal modernizou o acesso à DCTFWeb, permitindo que contribuintes utilizem contas gov.br (nível prata ou ouro), além do certificado digital tradicional. 👉 Análise mais profunda:Essa mudança faz parte de um movimento claro de centralização dos serviços públicos digitais. A tendência é reduzir, aos poucos, a dependência exclusiva de certificados físicos. 👉 Impacto para o contador: Mais facilidade no acesso para clientes menores Necessidade de controle maior sobre permissões e procurações Risco maior se o cliente tiver acesso direto e fizer alterações sem alinhamento 👉 Ponto de atenção:Controle de acessos e governança digital passam a ser essenciais dentro do escritório.