Páscoa e Sexta-feira Santa: tempo de reflexão, fé e renovação

Páscoa e Sexta-feira Santa: tempo de reflexão, fé e renovação A Páscoa é uma das datas mais significativas do calendário cristão, marcada por um profundo simbolismo de renovação, esperança e recomeço. Celebrada em todo o mundo, ela representa a ressurreição de Jesus Cristo, sendo um momento de reflexão espiritual, união familiar e fortalecimento da fé. Antes da celebração da Páscoa, ocorre a Sexta-feira Santa — também conhecida como Sexta-feira da Paixão —, um feriado religioso que relembra a crucificação de Jesus. Diferente do clima festivo da Páscoa, essa data é marcada pelo silêncio, pela introspecção e pelo respeito. Para muitos fiéis, é um dia de oração, jejum e reflexão sobre sacrifício, amor e redenção. A Sexta-feira Santa convida à pausa. Em meio à rotina acelerada do dia a dia, esse momento surge como uma oportunidade de olhar para dentro, repensar atitudes e valorizar aquilo que realmente importa: a vida, a família, a empatia e o cuidado com o próximo. Já o domingo de Páscoa traz uma mensagem de alegria e esperança. É a celebração da vida que vence, do recomeço e da fé renovada. Além do significado religioso, a data também é marcada por tradições culturais, como a troca de ovos de chocolate, que simbolizam o nascimento e a continuidade da vida. Mais do que um feriado, esse período representa um convite à transformação. Seja por meio da fé, da reflexão ou simplesmente de momentos em família, a Páscoa e a Sexta-feira Santa nos lembram da importância de desacelerar, agradecer e recomeçar com mais propósito. Que este seja um tempo de paz, renovação e novos caminhos. ✨🐣 Feliz Páscoa!

Combate à litigância abusiva deve avançar sem limitar o acesso à Justiça, defende Marcello Terto em evento na OAB-MS

Em um cenário jurídico cada vez mais desafiador, o debate sobre o equilíbrio entre o combate à litigância abusiva e a preservação do acesso à Justiça tem ganhado destaque. Foi justamente esse o ponto central da fala de Marcello Terto durante seminário realizado na OAB-MS. Durante o encontro, o jurista ressaltou que é essencial enfrentar práticas abusivas no sistema judicial — como o uso excessivo e indevido de ações — sem que isso resulte em barreiras para aqueles que realmente necessitam recorrer ao Judiciário. Segundo ele, o grande desafio está em garantir eficiência e responsabilidade processual sem comprometer um dos pilares fundamentais do Estado de Direito: o amplo acesso à Justiça. A litigância abusiva, caracterizada por ações repetitivas, protelatórias ou com finalidade indevida, tem sido apontada como um dos fatores que contribuem para a sobrecarga do Judiciário brasileiro. Esse tipo de prática não apenas congestiona o sistema, mas também prejudica a celeridade processual, impactando diretamente cidadãos e empresas que aguardam decisões legítimas. No entanto, Marcello Terto alertou para o risco de medidas generalizadas que, ao tentar conter abusos, acabem restringindo direitos fundamentais. Para ele, é preciso adotar mecanismos inteligentes, que consigam diferenciar o litigante de má-fé daquele que busca, de forma legítima, a proteção de seus direitos. Nesse contexto, ele defendeu o uso de ferramentas mais modernas e criteriosas, como a análise de padrões de comportamento processual, o fortalecimento de penalidades já previstas para condutas abusivas e a atuação mais estratégica dos operadores do Direito. A ideia não é dificultar o acesso ao Judiciário, mas sim qualificar sua utilização. Outro ponto importante abordado foi o papel da advocacia nesse processo. O jurista destacou que advogados e advogadas têm uma função essencial na construção de um sistema mais equilibrado, atuando com ética, responsabilidade e compromisso com a verdade dos fatos. Ao mesmo tempo, reforçou que a advocacia não pode ser penalizada por exercer seu papel constitucional de defesa dos interesses dos cidadãos. O seminário também trouxe à tona a necessidade de diálogo institucional entre tribunais, advogados, Ministério Público e demais atores do sistema de Justiça. Para Marcello Terto, somente por meio dessa construção conjunta será possível desenvolver soluções eficazes, que combatam abusos sem gerar efeitos colaterais negativos. Além disso, foi enfatizada a importância de educação jurídica e conscientização. Muitos casos de litigância excessiva decorrem da falta de orientação adequada ou da crença equivocada de que o Judiciário é a única via possível para resolução de conflitos. Incentivar métodos alternativos, como a mediação e a conciliação, pode ser uma estratégia relevante para reduzir a judicialização desnecessária. Outro aspecto relevante do debate foi a segurança jurídica. Medidas muito rígidas ou mal estruturadas podem gerar insegurança, afastando cidadãos do exercício de seus direitos por medo de sanções ou dificuldades no acesso ao sistema. Por isso, qualquer iniciativa deve ser cuidadosamente planejada, com base em critérios técnicos e respeito às garantias constitucionais. Ao final, a principal mensagem defendida foi clara: combater a litigância abusiva é necessário, mas isso não pode, em hipótese alguma, significar restringir o acesso à Justiça. O desafio está em encontrar o ponto de equilíbrio — promovendo um sistema mais eficiente, sem abrir mão da inclusão, da equidade e da proteção dos direitos fundamentais. O posicionamento apresentado reforça uma visão moderna e responsável do Direito, alinhada às demandas atuais da sociedade. Mais do que reduzir o volume de processos, trata-se de garantir que o sistema judicial funcione melhor para todos — com justiça, agilidade e respeito aos direitos de cada cidadão.

Receita Federal lança diretrizes pioneiras para uso ético e seguro da Inteligência Artificial

Receita Federal estabelece nova política de IA com foco em ética, controle humano e proteção de dados A Receita Federal deu um passo importante no cenário internacional ao apresentar sua Política de Inteligência Artificial, um marco que define diretrizes claras para o uso responsável da tecnologia no setor público. A proposta reúne princípios éticos, jurídicos e técnicos que passam a orientar o uso da IA nas atividades tributárias e aduaneiras. O anúncio foi feito pelo subsecretário de Gestão Corporativa, Juliano Neves, durante um encontro da ONU voltado à cooperação internacional em matéria tributária, reforçando o protagonismo do Brasil nesse debate global. A nova política se destaca por colocar o ser humano no centro das decisões, garantir a soberania dos dados públicos e estabelecer responsabilidades claras no uso da tecnologia. Decisão final continua sendo humana Apesar do uso crescente da Inteligência Artificial como ferramenta de apoio, a Receita Federal reforça que nenhuma decisão administrativa pode ser tomada exclusivamente por sistemas automatizados. Ou seja, a tecnologia auxilia — mas não substitui — o julgamento dos servidores públicos. O controle final permanece humano, assegurando mais segurança, justiça e o direito de revisão por parte dos contribuintes. Supervisão específica para IA generativa Um dos pontos mais inovadores da política é a criação da função de Curador de Inteligência Artificial Generativa. Esse profissional será responsável por acompanhar o desempenho dos sistemas, identificando possíveis falhas, vieses ou inconsistências, além de garantir que as respostas geradas estejam alinhadas aos padrões éticos e institucionais. Responsabilidade individual e limites claros A norma também estabelece que o uso inadequado da Inteligência Artificial pode gerar პასუხისმგ responsabilidade disciplinar ao agente público. Além disso, há proibições expressas quanto ao uso da tecnologia para práticas como: manipulação subliminar classificação social vigilância em massa Essas restrições reforçam a proteção aos direitos fundamentais e colocam o Brasil entre os países com maior rigor nesse tema. Proteção e soberania dos dados Outro destaque é o cuidado com os dados dos contribuintes. A política proíbe que informações fiscais sejam utilizadas por terceiros para treinar modelos comerciais de IA. A prioridade é manter o controle total sobre armazenamento, processamento e acesso aos dados, garantindo maior segurança e governança. Gestão de riscos estruturada A Receita Federal também implementou um modelo robusto de gestão de riscos, com avaliações em múltiplos níveis para cada sistema de IA. Esse acompanhamento contínuo busca prevenir falhas, reduzir vulnerabilidades e evitar usos indevidos ao longo de todo o ciclo de vida das soluções tecnológicas. Inovação com segurança Para não travar o avanço tecnológico, foi criado um modelo mais ágil de desenvolvimento, permitindo testes e protótipos em ambientes controlados. Isso garante inovação sem abrir mão da responsabilidade e da governança. Capacitação e transparência A política também prevê treinamento contínuo dos servidores, garantindo que todos compreendam o funcionamento, os limites e os riscos da Inteligência Artificial. Além disso, os sistemas devem ser transparentes e explicáveis, permitindo auditoria e entendimento claro dos critérios utilizados nas decisões. Um novo padrão para o setor público Com essa iniciativa, a Receita Federal posiciona o Brasil como referência internacional no uso responsável da Inteligência Artificial. O modelo mostra que é possível unir tecnologia, ética, segurança e controle humano — fortalecendo a confiança da sociedade e modernizando a administração pública.

Crise Empresarial: como identificar os primeiros sinais e agir a tempo

Diagnóstico de crise empresarial: como identificar sinais e agir com estratégia Em um cenário econômico instável, antecipar uma crise empresarial deixou de ser apenas uma vantagem — tornou-se uma necessidade. Empresas que conseguem identificar problemas ainda no início têm muito mais chances de se adaptar, corrigir rotas e manter sua sustentabilidade ao longo do tempo. O grande desafio é que muitos gestores só percebem a gravidade da situação quando os impactos já atingiram as operações. Nesse estágio, a reversão se torna mais complexa, exigindo esforços maiores e decisões mais difíceis. Por isso, reconhecer os primeiros sinais de alerta é essencial para preservar o valor da empresa e garantir sua continuidade. Muito além do fluxo de caixa Diagnosticar uma crise não significa olhar apenas para o saldo bancário. É preciso analisar a empresa como um todo, considerando indicadores financeiros, operacionais e estratégicos. Uma gestão realmente eficiente é aquela que utiliza dados para monitorar a saúde do negócio e identificar possíveis riscos antes que eles se tornem problemas críticos. Principais sinais de alerta Antes de uma crise se tornar evidente, alguns sinais costumam aparecer de forma gradual. Ignorá-los pode comprometer seriamente o futuro da empresa. 📉 Problemas no fluxo de caixa Dificuldades recorrentes para cumprir obrigações básicas indicam que a empresa pode não estar gerando receita suficiente para sustentar suas operações. 💳 Aumento do endividamento O uso constante de crédito para cobrir despesas do dia a dia é um forte indicativo de desequilíbrio financeiro e pode gerar um ciclo perigoso de dívidas. 📊 Queda nas vendas Reduções contínuas no faturamento podem sinalizar perda de competitividade, mudanças no mercado ou necessidade de reposicionamento. 🤝 Atrasos com fornecedores Além de prejudicar o relacionamento comercial, atrasos frequentes afetam a credibilidade da empresa e podem impactar diretamente a operação. 🚫 Estagnação de investimentos Quando a empresa deixa de investir em melhorias ou crescimento, pode estar entrando em modo de sobrevivência — o que compromete sua competitividade no longo prazo. Ferramentas para um diagnóstico preciso Para uma análise mais profunda, é fundamental utilizar indicadores financeiros que funcionam como um verdadeiro raio-x da empresa. 📌 Indicadores de liquidez Avaliam a capacidade de pagamento no curto prazo. Índices baixos são sinais claros de alerta. 📌 Indicadores de rentabilidade Mostram se a empresa está, de fato, gerando lucro. Quedas constantes podem indicar problemas estruturais. 📌 Indicadores de endividamento Revelam o nível de dependência de capital de terceiros e os riscos financeiros envolvidos. 📌 Giro do ativo Mede a eficiência da empresa em gerar receita a partir de seus recursos. Baixo desempenho pode indicar ineficiência operacional. Antecipar é proteger o negócio Empresas resilientes não são aquelas que nunca enfrentam crises, mas sim aquelas que conseguem identificá-las rapidamente e agir com estratégia. A análise contínua de indicadores, aliada a uma gestão proativa, permite decisões mais seguras e assertivas. Em um ambiente onde mudanças acontecem constantemente, antecipar problemas é o que garante não apenas a sobrevivência, mas também o crescimento sustentável.

🚀 Empreendedoras Tech impulsiona inovação feminina e encerra edição com conquistas e oportunidades de negócio

O Programa Empreendedoras Tech chegou ao fim de sua terceira edição consolidando-se como uma importante iniciativa de incentivo ao empreendedorismo feminino no setor de tecnologia. Ao longo do programa, diversas mulheres tiveram a oportunidade de desenvolver habilidades estratégicas, aprimorar seus negócios e se conectar com um ecossistema inovador e cheio de possibilidades. Durante a jornada, as participantes passaram por capacitações intensivas, mentorias especializadas e encontros com profissionais experientes do mercado, abordando temas como gestão, marketing, inovação e tecnologia. O objetivo foi claro: preparar essas empreendedoras para crescer de forma estruturada, competitiva e sustentável em um dos setores mais promissores da atualidade. O encerramento da edição foi marcado por um evento especial, que reuniu participantes, mentores, investidores e parceiros. Um dos grandes destaques foi a premiação dos projetos que mais se sobressaíram ao longo do programa, reconhecendo ideias inovadoras, impacto social e potencial de crescimento no mercado. Além das premiações, o evento também promoveu rodadas de negócios, criando um ambiente propício para conexões estratégicas. As empreendedoras puderam apresentar seus projetos diretamente a investidores e empresas, ampliando suas chances de parcerias, investimentos e expansão de suas iniciativas. Mais do que uma formação, o Programa Empreendedoras Tech representa uma transformação na vida dessas mulheres, fortalecendo a presença feminina na tecnologia e contribuindo para a construção de um mercado mais diverso, inclusivo e inovador. Com resultados positivos e histórias inspiradoras, a expectativa é que as próximas edições continuem ampliando o alcance do programa, impactando ainda mais mulheres e incentivando novas lideranças no universo tecnológico.

📊 Sistema CFC/CRCs fortalece governança e amplia transparência com avanços nas Comissões de Conduta

O mais recente relatório das Comissões de Conduta do Sistema CFC/CRCs evidencia uma evolução significativa nas práticas de governança e no compromisso com a transparência institucional. O documento apresenta dados relevantes sobre a atuação das comissões, destacando o fortalecimento dos mecanismos de integridade, ética e controle dentro das entidades que representam a classe contábil no Brasil. Ao longo do período analisado, foi possível observar um aprimoramento nos processos de apuração e tratamento de condutas, garantindo maior rigor, imparcialidade e clareza nas decisões. Esse avanço reforça a confiança dos profissionais da contabilidade e da sociedade em geral, mostrando que o sistema está cada vez mais alinhado às boas práticas de governança corporativa. O relatório também evidencia o aumento da transparência na divulgação das informações, permitindo um acompanhamento mais acessível e detalhado das ações desenvolvidas pelas Comissões de Conduta. Essa abertura contribui diretamente para a credibilidade das instituições e fortalece a cultura de responsabilidade e ética no exercício da profissão contábil. Outro ponto de destaque é o investimento contínuo em capacitação e orientação, tanto para os membros das comissões quanto para os profissionais registrados. A iniciativa busca prevenir irregularidades e promover uma atuação mais consciente e alinhada aos princípios éticos que regem a profissão. Com esses avanços, o Sistema CFC/CRCs reafirma seu papel fundamental na fiscalização e valorização da contabilidade no país, demonstrando que a ética, a transparência e a boa governança são pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável da profissão.

Sebrae promove evento em Blumenau para facilitar acesso ao crédito a empreendedores

O acesso ao crédito ainda é um dos principais desafios enfrentados pelos pequenos negócios no Brasil. Com o objetivo de mudar esse cenário, o Sebrae tem intensificado ações em todo o país por meio do programa Acredita Sebrae. Nesta segunda-feira (23), a iniciativa chegou a Blumenau (SC), com um evento realizado no Teatro Carlos Gomes. O encontro contou com a presença do presidente do Sebrae, Décio Lima, além do ex-jogador Raí Oliveira, embaixador do programa, e do empreendedor Matheus de Paula, que compartilhou sua experiência ao obter crédito com apoio da iniciativa. Desde o lançamento do programa, há três anos, o volume de crédito concedido com garantia do Fampe já ultrapassa R$ 13 bilhões. A proposta é facilitar o acesso a recursos financeiros, especialmente para micro e pequenas empresas, que representam cerca de 95% dos CNPJs no país. Durante o evento, Décio Lima destacou a importância do crédito como impulsionador de negócios. Segundo ele, o acesso facilitado permite que empreendedores antecipem investimentos e acelerem o crescimento de suas empresas. O presidente também ressaltou que o programa apresenta índices de inadimplência próximos de zero em todo o Brasil. Um dos exemplos apresentados foi o do empresário Matheus de Paula, fundador da agência Sétima Digital, em Blumenau. Ele conseguiu acesso a R$ 15 mil por meio do programa, recurso que será utilizado para melhorias no espaço físico da empresa. De acordo com ele, o processo foi rápido e simplificado, com liberação do crédito em cerca de uma semana. O evento também marcou a formalização de uma parceria com o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), por meio do programa Supernova, que visa incentivar o empreendedorismo entre estudantes. A iniciativa deve beneficiar aproximadamente 15 mil alunos dos ensinos técnico e superior no estado. Além disso, Raí Oliveira ministrou uma palestra destacando a importância do trabalho coletivo para o sucesso individual, reforçando o impacto social do programa. Sobre o Programa Acredita O Acredita Sebrae é uma iniciativa voltada à ampliação do acesso ao crédito para microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas em todo o país. O programa prevê a criação de um fundo garantidor capaz de impulsionar até R$ 30 bilhões em crédito assistido. A proposta combina orientação, capacitação e acesso a financiamento, promovendo um modelo mais seguro tanto para empreendedores quanto para instituições financeiras. Entre as ações, destacam-se: Acredita no Primeiro Passo: microcrédito voltado a famílias de baixa renda, trabalhadores informais e pequenos produtores; Acredita no seu Negócio: apoio a MEIs e pequenas empresas, com iniciativas como o Desenrola Pequenos Negócios e o Procred 360, que oferecem renegociação de dívidas e crédito com condições facilitadas. Sobre o Supernova O programa Supernova, também apresentado no evento, é uma iniciativa do Sebrae que apoia o desenvolvimento de projetos inovadores, transformando ideias em negócios. Em parceria com o IFSC, a expectativa é fortalecer a educação empreendedora e ampliar oportunidades para estudantes catarinenses.

📢 Imposto de Renda 2026: entrega começa dia 23 — saiba quando o MEI deve declarar

A Receita Federal inicia no dia 23 de março o prazo para envio da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, referente ao ano-calendário anterior. E junto com esse período, surge uma dúvida muito comum: quem é MEI precisa declarar? A resposta é: depende da situação de cada contribuinte. Ser Microempreendedor Individual não significa estar automaticamente dispensado da entrega do Imposto de Renda. 📌 Quando o MEI é obrigado a declarar? O MEI deverá enviar a declaração como pessoa física caso se enquadre em pelo menos uma das situações abaixo: • Recebeu rendimentos tributáveis acima do limite anual estabelecido pela Receita Federal• Teve rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima do limite• Possui bens ou direitos (como imóveis, veículos, investimentos) acima do valor exigido• Realizou operações na bolsa de valores• Obteve ganho de capital na venda de bens• Passou à condição de residente no Brasil em 2025 💰 Como funciona o rendimento do MEI? Um dos maiores erros está na forma de interpretar o faturamento. O valor recebido pelo MEI não é totalmente considerado renda pessoal. Ele deve ser separado em duas partes: ✔ Parcela isenta: baseada em um percentual do faturamento (que varia conforme a atividade — comércio, indústria ou serviços)✔ Parcela tributável: referente ao lucro excedente ou valores retirados além da presunção Essa divisão é essencial para preencher corretamente a declaração e evitar inconsistências. ⚠️ Erros comuns que o MEI deve evitar Muitos microempreendedores acabam caindo em erros simples, como: • Declarar todo o faturamento como rendimento pessoal• Não separar corretamente lucro e pró-labore• Omitir outras fontes de renda (salário, aluguel, etc.) • Achar que não precisa declarar por ser MEI• Perder o prazo de entrega Essas falhas podem resultar em multas, pendências e até malha fina. 📅 Atenção ao prazo Embora o início seja em 23 de março, o prazo final costuma ir até o final de maio. Ainda assim, o ideal é se antecipar para evitar imprevistos e garantir uma entrega tranquila. 💡 Organização é essencial Separar documentos, informes de rendimento e controlar corretamente o faturamento ao longo do ano faz toda a diferença na hora de declarar. Contar com apoio contábil também ajuda a evitar erros e garante mais segurança no processo. 🤝 Conte com a ACJ Contábil Na ACJ Contábil, auxiliamos você em todas as etapas do Imposto de Renda, desde a análise da obrigatoriedade até a entrega correta da declaração. 📲 Fale com nossa equipe e evite dores de cabeça com o Fisco!

📢 DEFIS 2026: Prazo para entrega vai até 31 de março!

As Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional precisam ficar atentas a uma das principais obrigações acessórias do regime: a entrega da DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais). 📅 O prazo final para envio é 31 de março, referente às informações do ano-calendário anterior. A DEFIS é uma declaração obrigatória que reúne dados fundamentais da empresa, como: • Faturamento anual• Distribuição de lucros• Quantidade de funcionários• Informações econômicas e fiscais relevantes• Dados sobre atividades exercidas Mesmo empresas sem movimentação durante o ano precisam realizar a entrega da declaração, evitando assim pendências junto à Receita Federal. ⚠️ Por que a DEFIS é tão importante? A DEFIS funciona como uma prestação de contas da empresa para o governo. É por meio dela que a Receita Federal acompanha a evolução do negócio e verifica se as informações estão coerentes com os tributos declarados ao longo do ano. Além disso, a entrega correta garante: ✔ Regularidade fiscal da empresa✔ Evita bloqueios e pendências no CNPJ✔ Segurança nas informações prestadas✔ Tranquilidade para o empresário 🚫 O que acontece se não entregar? O não envio da DEFIS dentro do prazo pode trazer diversas consequências, como: • Multas por atraso• Irregularidade no Simples Nacional• Dificuldades na emissão de certidões negativas• Problemas em financiamentos e licitações• Risco de exclusão do regime 💡 Fique atento e se organize! Deixar para a última hora pode gerar erros, inconsistências ou até a perda do prazo. Por isso, o ideal é reunir todas as informações com antecedência e contar com uma equipe contábil preparada para realizar a entrega corretamente. 🤝 Conte com a ACJ Contábil Aqui na ACJ Contábil, cuidamos de todo o processo para você, garantindo segurança, agilidade e conformidade com a legislação. Nosso objetivo é que você foque no crescimento do seu negócio, enquanto nós cuidamos das obrigações fiscais. 📲 Entre em contato com a nossa equipe e evite dores de cabeça!

Sistema CFC/CRCs investe em capacitação nacional para fortalecer a excelência contábil

Com o objetivo de capacitar e alinhar lideranças de todo o país, o Conselho Federal de Contabilidade promoveu o Seminário de Planejamento Estratégico e Governança, realizado entre os dias 9 e 11 de março, em Brasília (DF). A iniciativa buscou fortalecer a integração do Sistema CFC/CRCs, ampliando a excelência dos serviços prestados e contribuindo para o desenvolvimento da contabilidade brasileira. O evento reuniu cerca de 1,2 mil participantes, entre conselheiros, presidentes dos Conselhos Regionais de Contabilidade, dirigentes de entidades da classe e especialistas nacionais e internacionais. Durante o encontro, foram debatidas as perspectivas da profissão e definidas prioridades institucionais que irão nortear as ações do sistema nos próximos anos. A programação abordou temas estratégicos como governança, controle institucional, gestão estratégica, sustentabilidade, liderança e transparência na prestação de contas. Um dos destaques foi a realização do Brazil PAO Summit 2026, que contou com palestrantes de cinco países e a participação de representantes de 15 nações. Entre os assuntos discutidos no encontro internacional estiveram o papel das organizações contábeis no crescimento econômico sustentável da América Latina, a atratividade da profissão, a atuação da contabilidade na prevenção de crimes financeiros e da corrupção, a preparação para cenários de crises econômicas e a importância dos relatórios de sustentabilidade diante das novas demandas globais. O seminário também marcou o lançamento de iniciativas relevantes voltadas à Educação Profissional Continuada. Entre elas estão o Programa de Educação Profissional Continuada para Contadores Públicos, desenvolvido em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional e a Fundação Brasileira de Contabilidade; a capacitação sobre a Reforma Tributária, realizada em conjunto com a Receita Federal; e o projeto Sustentabilidade para Micro e Pequenas Empresas, criado em colaboração com o Sebrae. A agenda contou ainda com diversos painéis e atividades institucionais voltados ao fortalecimento da profissão contábil, ao estímulo da cooperação entre entidades, ao protagonismo internacional do sistema e à valorização da ética, da inovação e do desenvolvimento profissional.